Como adulto a alegria esteve sempre patente. Apreciava a boa comida e bebida. Fumava e era contra a cruzada anti-tabágica. 

Mas defendia limites; o tal tudo nos é permitido em troca de um pouco que nos é negado, isto é, não transformar o prazer associado às coisas elementares à vida em vício. 

Devemos agradecer a Deus por cerveja e por vinho Burgundy, evitando beber em excesso.” 

Conclui que a maneira mais apropriada de expressar gratidão a essa entidade é cultivar humildade e discrição. 

O homem livre tem controlo de si. 

Pode prejudicar-se pelo excesso de comida ou bebida, pelo vício do jogo. Se o fizer é um idiota, e possivelmente uma alma perdida; mas se ele não o puder fazer, não é mais livre do que um cão.

Juliano Fabricio
concordando com o polêmico  G. K. Chesterton
[#conhecido como o "príncipe do paradoxo" pelo 
conteúdo argumentativo brilhante de sua obra.] 

Ed René Kivitz - TALMIDIM

#toda quinta feira um vídeo novo.

TALMIDIM é o tema que escolhi para as Reflexões Semanais deste ano a respeito dos conceitos fundamentais da espiritualidade cristã, tendo como referência a relação de Jesus de Nazaré com os seus talmidim. Convido você a colocar o pé na estrada e me acompanhar nessa aventura de seguir a Jesus. via: edrenekivitz

*Uma estátua em tamanho natural retratando Jesus como um sem-teto - Timothy Schmalz

Existe um dito que diz:
“No pobre deveríamos ver a face de Jesus disfarçada”.

Me parece que o Novo Testamento também deixa claro que Jesus está ao lado dos pobres, e que serviremos mais adequadamente se elevarmos os excluídos à posição de Jesus.

Por isso a motivação da caridade/ação social não é a condescendência, mas a ascendência: ao servir o pobre e fraco, temos o privilégio de servir o próprio Deus.

Também há outro dito que diz: onde estão os pobres está Cristo, e onde está Cristo está a Igreja.

 Só que não é verdade que onde está o pobre está a Igreja. Ela está mais perto do palácio de Herodes do que da gruta de Belém

Ministramos aos necessitados não apenas para levar Jesus até eles, mas também para encontrar Jesus dentro deles.

Jesus disse: "bem-aventurados são os pobres", e não "bem-aventurados são os que cuidam dos pobres".

A Igreja precisa ver qual é o seu lugar na sociedade.

Pense nisso se tiver coragem!!!

Juliano Fabricio
#detonando toda ØRTODOXA não generosa


*eu já fiz a minha aposta no jogo pascaliano

"O coração tem razões que a própria razão desconhece". Blaise Pascal

Embora passe a vida à busca de Deus, com frequência sinto que Deus está na próxima curva do caminho, ali atrás da próxima ESQUINA. Continuo andando porque gosto de onde a jornada me levou até agora, pois outros caminhos parecem ainda mais problemáticos do que o meu próprio e porque anseio pela conclusão do plano. 

Conheço pouco das tragédias da vida. Provei de sua comédia. Continuo andando porque creio na utopia de que um Deus forte e sábio o suficiente para criar um mundo marcado por tal beleza e bondade será fiel em restaurar sua aparência original. 

Continuo colocando minhas fichas na firme promessa de Deus de que, no final, tudo sairá bem.

Portanto, se alguém me pede para falar sobre minha fé, é exatamente sobre essa jornada no tempo e no espaço que falo. Os altos e baixos, as lágrimas, os momentos que amo é sou amado, os sonhos, os equívocos, os momentos particulares, as intuições. 

Falo sobre a sensação ocasional que tenho de que a vida não é uma sequência de eventos que gera outros eventos tão a esmo, quanto uma tacada no jogo de sinuca faz que as bolas se afastem em diferentes direções, mas que a vida tem um roteiro, assim como num romance - aqueles eventos que, de algum modo, nos levam a algum lugar.

Enfim nesse jogo a minha fé é pura nostalgia. É um nó na garganta.

Juliano Fabricio 
Pois como disse o GIL
“Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá...”


$preço x valor x GRAÇA®

Não sei dizer isso delicadamente, de forma que vou falar: estou um pouco preocupado com a atitude demonstrada na Bíblia para com a matemática. 

Sei que este tipo de afirmação irrita algumas pessoas, mas quanto mais leio mais entendo o que quer dizer. Pense nas evidências você mesmo: um exemplo de cada um dos Evangelhos, para ser matematicamente preciso.

Mateus 20. O capítulo começa com uma parábola sobre a qual, compreensivelmente, quase não ouço sermões, porque contradiz todas as leis adotadas pela sociedade relacionadas à justiça, motivação humana e compensação justa. 

Jesus conta, em poucas palavras, sobre um fazendeiro que contrata algumas pessoas para trabalhar em seu campo. Uns começam logo cedo. No meio da manhã, chegam outros. Na hora do almoço, ele contrata novos trabalhadores, ainda outros no meio da tarde e os últimos uma hora antes do término do expediente. Todos estão satisfeitos com o emprego, até à hora do pagamento do salário, quando os dedicados que trabalharam o dia todo sob o sol escaldante percebem que os folgados que começaram há pouco mais de 1 hora recebem exatamente a mesma quantia!

Qualquer pessoa que já trabalhou no campo um dia inteiro pode entender, facilmente, por que os primeiros a "pegar no batente" se sentiram ultrajados. A decisão do patrão desafia as regras de economia. Entendo que Jesus contou esta parábola não visando a dar uma aula sobre benefícios trabalhistas, e sim mostrar a atitude de Deus para conosco. Mas a matemática no reino espiritual parece ser estranha como a que foi usada nesta situação. Os últimos a começar a trabalhar me lembram o ladrão na cruz: sem nada de bom, ele mal consegue "se dar bem" no último instante, e, ainda assim, aparentemente, recebe a mesma recompensa de uma pessoa que passou sua vida em devoção e piedade. Histórias de perdão no último instante têm um toque atraente, é claro, mas dificilmente motivarão uma pessoa a levar uma vida cristã decente. Como você se sentiria, sendo criado em uma família correta, frequentando escolas cristãs, amadurecendo, estabelecendo uma família exemplar em sua comunidade, tudo isto para descobrir que um atrasadinho se arrependeu em seu leito de morte e chegou na sua frente no juízo Final?

Marcos 12. Aqui Jesus lida com a economia não através de uma parábola, mas de um comentário direto sobre um ato que hoje a Receita Federal classifica de "Contribuição para Entidades Beneficentes". Uma viúva coloca duas moedas como oferta no Templo, em quantia inferior a 1 centavo. Jesus, que acabara de observar alguns ricos fazerem investimentos consideráveis na causa da caridade, aparece com a seguinte afirmação:

"Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes."

(Espero que Ele tenha falado baixo!) Admirar os motivos que levaram a viúva a doar suas moedas é uma coisa, mas aparecer com uma afirmação matemática desconcertante – e potencialmente ofensiva – como esta é outra totalmente diferente!

Talvez possamos explicar os comentários de Jesus com base no desconhecimento, naquela época, de algumas regras importantes para o levantamento de recursos que foram descobertas posteriormente. Por certo levou tempo para que a Igreja do Novo Testamento conseguisse se libertar da prática legalista do dízimo e ajustasse às ofertas voluntárias suas exigências diplomáticas (Tiago 2, por exemplo, mostra uma desconsideração chocante pelos princípios de levantamento de recursos). E em nossa época, mais do que antes, vemos inovações importantes, como cartas personalizadas, prêmios, clubes de contribuintes e banquetes beneficentes (nos quais a viúva, sem qualquer sombra de dúvida, sentir–se–ia deslocada).

Certamente, o sentimentalismo suscitado pela fidelidade de uma viúva não deve interferir na "construção de relacionamentos" e na "manutenção dos doadores", atenção que dedicamos aos que doam quantias substanciais: agir ao contrário seria, na verdade, ir completamente contra a matemática.

Lucas 15. Todos conhecemos esta história, do nobre pastor que deixou seu rebanho de noventa e nove ovelhas e lançou–se na escuridão para procurar uma ovelhinha perdida. Um sermão bonito, mas reflita um pouco sobre a matemática da história. Jesus diz que o pastor deixou as noventa e nove "no deserto", donde se conclui que ficaram vulneráveis a ladrões, lobos ou a um desejo incontrolável de disparar atrás dele. Como se sentiria o pastor se voltasse com a ovelhinha perdida jogada nos ombros e descobrisse que outras vinte e quatro haviam desaparecido?

Felizmente, a ciência do crescimento da Igreja instrui–nos hoje a investir nossos recursos nas atividades que beneficiam o maior número de pessoas. Grupos homogêneos funcionam muito melhor, de forma que ir atrás de desviados sociais não é uma prática adequada a bons mordomos. Obviamente, a ovelha que saiu do rebanho não se ajustava dentro dele, ou talvez quisesse aproveitar sua própria liberdade – e esta dificilmente seria uma boa razão para colocar todo o rebanho em perigo.

João 12. Uma das melhores amigas de Jesus, Maria (que já demonstrara antes padrões duvidosos de utilização do tempo), ganha um lugar na história em face da sua falta de habilidade econômica. Ela toma meio litro – 1 ano de salário! – de perfume e o entorna nos pés de Jesus. Só de pensar neste ato bizarro minha pressão sobe. Será que 50ml não teriam o mesmo efeito? E Jesus queria mesmo que alguém espalhasse perfume em seus pés? Até Judas, ainda que com motivos escusos, viu o desperdício completo daquele ato: pense em todos os pobres que poderiam ser ajudados com o tesouro que escorria pelo chão sujo. 

A visão presente no Novo Testamento quanto à matemática me recorda uma parábola de Kierkegaard (outro matemático questionável): um vândalo invade uma loja de departamentos durante a noite e, em vez de roubar, troca todas as etiquetas de preço. No dia seguinte, os funcionários – e os clientes muito satisfeitos – encontram situações estranhas, como colares de diamante por um dólar e bijuterias custando milhares de dólares. 

Kierkegaard afirma que o Evangelho é assim: altera todas as nossas convicções relacionadas a preço e valor.

Juliano Fabricio
lendo o inspirador
 Philip Yancey


Falar sobre egoísmo hoje em dia e como chover no molhado. 

Sei que a maioria não assume esse sentimento, porem ele está ali, bem nutrido e ativamente destilando seu veneno de forma sutil.

Atire a primeira pedra quem não tem o habito de colocar seus interesses, opiniões, desejos e necessidades em primeiro lugar. Tudo isso em detrimento às pessoas que nós relacionamos.

O pior é que esse desejo já começa a se desenvolver desde a infância. Sei do que falo, pois tenho três filhos pequenos e já noto esse sentimento brotando neles. No mundo corporativo ele é ainda mais cruel, levando as pessoas a disputas por uma vaga aqui, outra ali. Só quem participou de uma entrevista de emprego sabe o nível de egoísmo que somos submetidos, todos ali lutando pela mesma vaga e com aquele sorrisinho amarelo no canto da boca. E até normal isso acontecer, pois estarmos inseridos em um regime capitalista, mas o que não entra na minha cabeça é ver isso infiltrado no meio cristão. Triste constatação, pois onde deveria ser um ambiente altruísta por definição, acaba sendo um lugar de disputas e de eternos conchavos.

Por falar em cristão e de nossos mais antigos antepassados, não poderia deixar de exemplificar esse tema com o relato do primeiro culto que se tem notícia na Bíblia, culto esse que teve sacrifício e tudo mais. Só teve uma probleminha, terminou em morte e para piorar, morte em família e como tudo pode piorar ainda mais, morte entre irmãos. Esse foi o primeiro relato de um culto é já dava pra notar o grau de egoísmo dos caras. Esse caso chegou ao estremo a ponto de o próprio DEUS perguntar ao assassino onde estava o seu irmão e o mesmo disse: Não sei. Acaso sou eu guardador do meu irmão?

Deus nos alertou também sobre isso através do profeta Ezequiel quando ele profetizou sobre pastores que apascentavam a si mesmos, o profeta chega a dizer: Não vos basta pastar o bom pasto? Haveis de pisar o resto de vossos pastos? Não vos basta beber as águas limpas? Haveis de sujar o resto com os vossos pés?

É tanto alerta: Jeremias fala de uns caras que se enriqueceram até ficarem obesos e mesmo assim se negavam a julgar a causa dos órfãos, Oséias fala da balança enganadora e Provérbios e Eclesiastes nos orientam o tempo todo contra esse mal.

Deu pra notar que o egoísmo é a causa central dos problemas que há entre pessoas e pelo que notamos não é um assunto em pauta a ser resolvido, ao mesmo tempo também sei que não é fácil viver de forma altruísta nos dias atuais devido ao tipo de sociedade que estamos inseridos. Tem gente que chega dizer: “Nunca vi uma sociedade onde o homem não seja o lobo do homem.”

Qual seria a solução? 
Tem como viver de forma altruísta? 

Não sei ao certo dizer de forma pratica qual seria essa solução, mas deixo uma dica, um exercício, um pequeno trecho desse linda canção do Renato Russo

“Ficaremos acordados imaginando alguma solução pra que esse nosso egoísmo não destrua nosso coração.” (Será)

"Os outros são a medida da nossa feli­ci­dade, e a inveja é nosso exi­gen­tís­simo motor." Paulo Brabo

Enfim... Eu sei que tem coisas que são fáceis de entender, porem difíceis de se aceitar. O egoísmo e a principal deles.

Juliano Fabricio
lutando contra toda forma de egoismo
#lutando... lutando... lutando... lutando

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