NÃO SOU PASTOR...

Se for para ser mais que outros, não sou pastor...
Se for para ser grande, não sou pastor...
Se for para presidir, não sou pastor...
Para ser pastor "evangélico", não sou pastor...
Para ser dono de ovelhas, não sou pastor...
Para controlar pessoas e grupos, não sou pastor...
Para ser chamado de "reverendo", não sou pastor...
Para ser intitulado de pastor, não sou pastor...
Se for para ser "cobertura espiritual" de alguém, não sou pastor...
Ao me chamarem no portão: Pastor? Não me chamaram...
Pela consagração denominacional , não sou pastor...

SOU PASTOR...

Quando cuido dos pequeninos do Pai, sou pastor...
Quando ajudo o que perdeu o caminho a encontra-lo, sou pastor...
Quando levo o sedento à água, sou pastor...
Ao alimentar o próximo, sou pastor...
Ao dar carinho, amor, bondade, graça e misericórdia, sou pastor...
Ao fazer tudo isso acima, ainda serei servo inútil, e é o que todos deveriam fazer. Ao acharem que sou pastor, diga-o aos outros, portanto não me chamem de pastor pois seria um elogio ao dom imerecido, logo seria para mim rede e laço na qual você não quer que eu caia.

Jorge Salvador (ex pastor evangélico)
Vi no Facebook do PabloMassolar


Não agüento mais vida medíocre, andar pela visão, joelhos macios, sonhos sem cor, visões amansadas, unções convenientes, conversa mundana, doação barata e alvos minimizados.

Não mais preciso de proeminência, prosperidade, posição, promoções, aplausos ou popularidade. Não tenho de estar certo, ser o primeiro, o maioral, reconhecido, louvado, querido ou premiado.

Vivo agora pela fé, reclino-me em sua presença, ando por paciência, sou elevado pela oração.

Meu rosto está decidido, minha marcha é acelerada, meu alvo é o céu, meu caminho é estreito, minha estrada acidentada, meus companheiros poucos, meu Guia confiável, minha missão clara. Não posso ser comprado, dissuadido, desviado, seduzido, mudado de rumo, iludido ou atrasado. Não recuarei diante do sacrifício, não hesitarei na presença do inimigo, não me entregarei aos valores da popularidade e não perambularei no labirinto da mediocridade.

Não busco apenas a minha disposição de morrer por Jesus Cristo e pelo evangelho, mas de viver por ele um dia de cada vez.Enfim...

Meu passado está redimido, 
meu presente faz sentido, 
meu futuro está assegurado.

Não desistirei!!!

Juliano Fabricio
em: as coisas que não nos contaram!


Neste post entreguei meu coração e meu discurso para ele ser o que é:

...grosseiro e afável, áspero e compassivo, íntegro e abalado, honesto e provocante, extraído dos tonéis da vida.

A palavra profética convoca incessantemente a igreja de volta à pureza do evangelho e ao escândalo da cruz. Em suas numerosas cartas, Paulo reforça que seguir Jesus é tomar a estrada principal até o Calvário.

Espalhados ao longo da estrada jazem os esqueletos de nosso ego, os cadáveres de nossas fantasias de controle e os estilhaços da hipocrisia, da espiritualidade auto-indulgente e da ausência de liberdade.

A maior carência de nosso tempo é de uma igreja que se torne o que ela raramente tem sido: o corpo de Cristo com a face voltada para o mundo, amando aos outros independentemente de religião ou cultura, derramando-se numa vida de serviço, oferecendo esperança a um mundo aterrorizado e apresentando-se como alternativa genuína ao presente estado de coisas

"A igreja digna desse nome é um grupo de pessoas no qual o amor de Deus quebrou o feitiço dos demônios e falsos deuses que estão produzindo neste momento uma fissura no mundo."

Não quero a religião dura e visceral que prefere ter heróis, e não Jesus, como herói; nem a religião especulativa que tende a aprisionar o evangelho nos salões da erudição; tampouco aquela barulhenta e indulgente, que é um apelo grosseiro à emotividade. 

Anseio por entusiasmo, inteligência e compaixão numa igreja despojada, que acene gentilmente para que o mundo venha desfrutar da paz e unidade que possuímos pela presença do Espírito em nosso meio.

A fidelidade à Palavra nos levará à rota da mobilidade descendente (para citar a frase famosa de Henri Nouwen) em um mundo obcecado com a ascensão. Vamos nos encontrar no caminho não do poder, mas da renúncia ao poder; não do sucesso, mas do serviço; não no caminho largo do louvor e da popularidade, mas naquele estreito do ridículo e da rejeição. Ser cristão é ser como Cristo.

Juliano Fabricio
um impostor aceitando
o convite à loucura do 
inspirador maltrapilho
Brennan Manning


Quando você critica uma pessoa você comete uma injustiça com você e com ela. 

 Você agride o direito de ser dessa pessoa e você tira seu próprio direito de um dia, agir da mesma forma. 

E por que agiria? Nós nunca sabemos… 

 Cada um está enfrentando uma batalha que desconhecemos no saber e no viver. Que o nosso olhar mais abarcante nos proteja da nossa própria infelicidade.

Juliano Fabricio
tentando não julgar

Ed René Kivitz - TALMIDIM

#toda quinta feira um vídeo novo.

TALMIDIM é o tema que escolhi para as Reflexões Semanais deste ano a respeito dos conceitos fundamentais da espiritualidade cristã, tendo como referência a relação de Jesus de Nazaré com os seus talmidim. Convido você a colocar o pé na estrada e me acompanhar nessa aventura de seguir a Jesus. via: edrenekivitz


Segundo Schaeffer, em Poluição e a Morte do Homem, as palavras possuem duas características básicas que usamos para interpretá-las – definição e conotação.

A conotação continua seu curso, não importa o que se faça com a definição. O homem moderno confunde e procura ignorar a definição das palavras religiosas, porém, de qualquer modo, gosta de tirar proveito da força de sua motivação e conotação.

É muito difícil nos dias de hoje falar sobre a boa-nova do Reino dentro de uma igreja porque os termos utilizados nos evangelhos e nas cartas estão imbuídos de nova e lastimável definição. As teologias modernas foram capazes de distorcer completamente palavras e conceitos ensinados por Jesus e seus primeiros discípulos, tirando, no entanto, grande proveito de sua conotação.

Textos como:

tudo posso naquele que me fortalece,
recebereis poder,
batizados com o espírito,
faça prova de mim,
maldição,
bênção,
santidade... 

todos têm em nossas igrejas uma conotação cristã, santa, bíblica, mas todos perderam absolutamente sua definição original.

Para que possamos entender o que está escrito, precisamos de um profundo trabalho de desintoxicação evangélica. Caso contrário, por mais que a conotação permaneça cristã aos ouvidos mais inocentes, a definição será cada vez mais pagã.

Juliano Fabricio
seguindo atrilha

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