A implan­ta­ção do reino de Deus, conforme apregoado pelo filho do car­pin­teiro, repre­sen­tava uma ameaça a todos os sistemas de controle, porque requeria essen­ci­al­mente um mundo de pares e irmãos, uma fra­ter­ni­dade de “próximos” – um mundo que renun­ci­asse a todas as formas de dominação. [isso tem nome: AMOR]

Ao proteger a mulher apanhada em adultério de seus algozes mas­cu­li­nos, Jesus chegou a rela­ti­vi­zar a própria letra da Lei, argu­men­tando basi­ca­mente que a uni­ver­sa­li­dade do pecado deveria produzir não uma demanda universal por uma justiça estrita que ninguém é capaz de honrar, mas uma postura universal de mise­ri­cór­dia – lição que apren­de­mos a esquecer tão logo foi pro­nun­ci­ada. (que pena!!!)

E nada permanece o mesmo depois de ser tocado pelo amor.

Numa palavra, Jesus promulgou a supre­ma­cia do amor: apenas o amor deve e pode ser usado como bússola em todos os rela­ci­o­na­men­tos inter­pes­so­ais. Todas as formas de dominação devem cair por terra diante desse regime de graça e aceitação, porque “o maior passa a ser quem serve”, e “não há maior amor do que dar a vida pelos amigos”. Num mundo onde todos são irmãos, toda gene­ro­si­dade é gratuita; a boa vontade não precisa ser extor­quida pelos métodos usuais de dominação e temor, desejo e recompensa.

O amor mudava tudo,
 e foi desse modo que os dis­cí­pu­los enten­de­ram a coisa.

Juliano Fabricio
desbravando a


"Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros." João 13:34-35

"Amem, porém, os seus inimigos, façam-lhes o bem [...] e vocês serão filhos do Altíssimo, porque ele é bondoso para com os ingratos e maus." Lucas 6:35

"Como você se porta com as pessoas todos os dias, independentemente da posição ou condição delas, é a verdadeira prova de fé." B. Manning

Deus nos chama a um estilo de vida que segue na contramão da cultura, perdoando num mundo que exige olho por olho (no mínimo, pois na maioria das vezes a conta e bem mais cara). Se amar a Deus, no entanto, é o primeiro mandamento, se amar o próximo prova nosso amor por Deus e se é fácil amar os que nos amam, então amar nossos inimigos deve ser o distintivo filial que nos identifica como filhos de DEUS.

Minha identidade como filho de DEUS não é uma abstração, nem um malabarismo de religiosidade.

Como trato as pessoas dia após dia, sejam elas brancas, negras, pobres ou ricos; como reajo aos bêbados sem-teto nas ruas, cicatrizados pelo pecado; como respondo às interrupções das pessoas com quem antipatizo; como lido com pessoas comuns em sua incredulidade comum, num dia comum, falará a verdade de quem sou mais pungentemente do que o adesivo super-religioso no para-choque do meu carro. 

A compaixão de Deus em nossos corações nos abre os olhos para o valor singular de cada pessoa. "O outro é também o nosso 'nós'; e devemos amar a esse 'nós' em seu pecado como fomos amados em nosso pecado."

Essa é a luta incessante de toda a vida. É o processo longo e doloroso de me tornar como Cristo no modo em que escolho pensar, falar e viver a cada dia. "O amor de Deus não é um amor condicional; é um entregar-se de coração aberto, generoso, que Deus oferece aos homens. Quem se dedica a limitar a operação do amor de Deus... não entendeu nada”

Achou radical??????? Esse é o preço!!!!!!

Ps: deixo uma frase do Thornton Wilder para reflexão: "A serviço do Amor apenas soldados feridos podem engajar-se." 

Juliano Fabricio
[o amor não é um sentimento condicionado aos benefícios da rentabilidade]


Tomás de Torquemada e seus discípulos perseguiram e torturaram todos que ousassem discordar de sua interpretação limitada das escrituras. Torquemada, cujo nome em espanhol significa “ortodoxia da doutrina”, morreu como um ancião em 1498, sendo responsável pela morte de 2 mil pessoas queimadas na fogueira e pelo exilio de 160 mil judeus da Espanha como estrangeiros indesejáveis, tudo isso para a gloria de Deus é logico

O que tenho visto de uma certa maneira são versões contemporâneas de seguidores de Torquemada em muitas denominações e igrejas cristãs. (Uma tendência que persiste e olha que nem tão sutil assim)

A premissa subjacente em seus discursos é:
“Não existe salvação fora da minha igreja”.

Assim como Torquemada, eles exibem a mesma estreiteza mental e ostracismo para com aqueles que ousam desafiar sua própria ortodoxia não histórica. A religião petrificou a compaixão em seus corações. (Conhece algo assim???)

Embora possam refletir uma rígida moralidade sexual, eles fecham os olhos para os desamparados, os necessitados, os vitimados e os feridos. (E esses você conhece???)

E suas comunidades, floresce uma versão hiperespiritualizada da salvação, intensamente voltada para o ego. É uma salvação de aparências que ocorre unicamente na mente, uma espécie de pseudoêxtase sem custo, empatia ou sensibilidade ao sofrimento dos inocentes.

Pouco preocupados em dialogar com outras igrejas, auto eximidos do julgamento de Deus, são indiferentes às dificuldades dos pobres, porém muito preocupados com algo conhecido como o “pôs-vida”. Confinadas no caixão de sua própria ortodoxia, tais igrejas só trazem discórdia e divisão ao corpo de Cristo.

Juliano Fabricio
Em uma tendência que persiste...


1. Ao ouvir algo bom a respeito de uma pessoa, encontre algo negativo para fazer o contraponto, assim você destrói todos os bons exemplos e deixa o mundo sem referência do belo, do justo e do bom.

2. Quando encontrar virtude fora dos limites do seu mundinho , dê um jeito de varrer para debaixo do tapete, e se não for possível, isto é, se a coisa ficar pública em caráter irreversível, jogue o máximo de lama sobre aquilo, inclusive inventando mentiras e distorcendo fatos e conceitos, assim você conseguirá convencer um monte de gente que as únicas certas e boas no mundo são as pessoas que concordam com você, acreditam nas coisas que você acredita e fazem as coisas como você julga que devem ser feitas, e com o tempo você terá afastado as pessoas de Deus e reunido um grupinho ao seu redor, e finalmente você será o centro das atenções.

3. Sempre que discordar de uma ideia, uma atitude, um comportamento, faça questão de demonstrar sua contrariedade, quanto mais enfaticamente melhor, assim você contribui para disseminar antipatias.

4. Ao tomar conhecimento de uma notícia ruim ou ficar sabendo de um defeito ou tropeço de outra pessoa, divulgue rapidamente, seja portador das notícias ruins a respeito do mundo e das pessoas e estabeleça para si mesmo o propósito de ser a boca maldita, assim você se presta ao papel de disseminar amargura e arranca qualquer semente de esperança que estiver brotando no coração das pessoas.

5. Fale mal da igreja e da religião, do governo e da política, da sua cultura e das instituições da sociedade, enfim, do Papa, da Globo, do PT e do STF, do PSDB e da Marina Silva, dos gringos, dos black bloc, da polícia, do exército, do Corinthians e da Fifa, enfim, de Deus e todo o mundo, assim você se especializa em sabotar projetos de transformação e gera desânimo no coração das pessoas de boa vontade.

6. Tenha sempre alguém como o próximo alvo a ser destruído, durma maquinando o mal, dedique tempo para escrever e editar videos, poste no vimeo e no youtube, faça todo o possível para matar as pessoas que incomodam você, e se não for possível acabar com elas, não deixe de fazer todo o possível para destruir a reputação delas, assim você constrói uma imagem de bonzinho a seu respeito e atrai a admiração de gente sem caráter, com o tempo você estará rodeado de gente que não presta.

7. Cultive a inveja, a dissenção, espalhe calúnias, promova a difamação, seja incansável e se especialize em destruir tudo o que os outros estão tentando construir, assim você se candidata à promotoria cósmica e talvez ganhe uma autorização para portar uma espada poderosa que lhe permita arrancar cabeças conforme seu próprio juízo, e então, quem sabe, o mundo não se torna mais justo, já que Deus preserva com vida um monte de gente que não vale o prato que come.

8. Jamais perdoe, insista em acusar, julgar e condenar, cobrar cada centavo de dívida e exigir reparação de todo e qualquer dano sofrido, incentive a vingança e a violência, e seja implacável com os pecadores, mas não se esqueça de afirmar que está querendo apenas o que é justo, assim você transforma o mundo num inferno, e fica livre do árduo e sacrificial exercício de amar.

9. Esqueça esse papo de espiritualidade e virtudes universais, foque nos aspectos exclusivos de sua religião, valorizando ao máximo seus ritos, dogmas e tabus, e sempre que tiver que escolher entre eles e as pessoas, fique com eles, afinal, você jamais será acusado de sacrificar a verdade em nome do amor.

10. Jamais cometa a ousadia de invocar o nome de Deus em espírito e em verdade, Ele vai responder, e vai estragar todos os seus planos de fazer o mundo pior, e vai transformar você em uma pessoa generosa, solidária, inclusiva, cheia de compaixão e amor, vai deixar o diabo falando sozinho, e vai se surpreender ao se olhar no espelho e se perceber parecido com Jesus de Nazaré.

Ed René Kivitz no Facebook


Há algum tempo fiquei sabendo que um dos meus melhores amigos tinha um lado secreto que eu não conhecia. Recostei no sofá, respirei fundo algumas vezes e pedi a minha esposa que me contasse sua história.

*Não estou traindo a confiança dele contando a sua história, porque ele já a levou a público*.

Devo esclarecer que não tenho nenhum desejo de mergulhar nas importantes questões teológicas e morais do homossexualismo. 

Escrevo a respeito disso por um único motivo: 

Minha amizade com ele desafiou fortemente minha noção de como a graça afetaria minha atitude para com pessoas "diferentes", mesmo quando essas diferenças são sérias e, talvez, insolúveis.

Fiquei sabendo por ele que o homossexualismo não é uma escolha de vida casual, como eu supunha. Conforme ele disse, ele não sentia desejos heterossexuais desde a adolescência; tentou com força reprimir alguns desejos e, quando adulto, buscou fervorosamente uma "cura". Jejuou, orou e foi ungido para receber a “cura”, tentou se enquadrar em moldes comportamentais e acima de tudo, desejava desesperadamente não ser gay.

A odisseia do meu amigo me confundiu e me perturbou. 

Minha esposa e eu ficávamos acordados muitas noites discutindo sobre o assunto, juntos repassávamos todas as passagens bíblicas relevantes e o que deviam significar.

Ele sempre perguntava por que os cristãos destacavam todas as referências às uniões entre o mesmo sexo enquanto ignoravam outros comportamentos mencionados nas mesmas passagens.

Alguns cristãos até dizem: "Sim, temos de tratar os gays com compaixão, mas, ao mesmo tempo, temos também de lhes transmitir uma mensagem de juízo". Depois de todas essas tentativas, comecei a entender que cada gay já ouviu essa mensagem de juízo da igreja repetidas vezes e nada além de juízo. As pessoas mais interessadas em teologia que conheço interpretam as passagens bíblicas a respeito do homossexualismo de maneira diferente e respeito cada um deles. Algumas até tentam sentar e discutir essas diferenças, mas nunca sobra tempo ou o interesse está focado em outras coisas.

Ocorreu-me que minha própria vida seria mais simples se eu não tivesse escrevendo sobre isso. Mas sendo meu amigo, como deveria tratá-lo? O que a graça exigia de mim? O que faria Jesus?

Comecei a fazer questão de conhecer outros casos, inclusive alguns que tinham antecedentes cristãos. "Eu ainda creio", um deles me disse. "Gostaria de ir à igreja, mas sempre que tento alguém espalha boatos a meu respeito e de repente todos se afastam." Ele acrescentou uma observação gélida: "Como gay, descobri que é mais fácil conseguir sexo nas ruas do que um abraço na igreja".

Minha experiência aos escrever esse post prova que os cristãos podem ter pontos de vista firmes a respeito de comportamento ético e, ainda assim, demonstrar amor.

Pois de alguma forma, todos nós somos abominações para Deus — Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus - e de alguma forma, contra toda razão, Deus nos ama assim mesmo. A graça declara que ainda somos o orgulho e a alegria de Deus.

E também sei que este comportamento não é pior do que a calúnia, a mentira, o gesto orgulhoso do qual sou culpado todos os dias. As circunstâncias de nossas vidas são diferentes, mas a realidade de nossos corações é a mesma. Se eu estivesse no lugar dele, será que agiria de maneira diferente? Não tenho ideia.

Não sei como meu amigo se sente a respeito de cada aspecto da questão do homossexualismo e, para dizer a verdade, tenho medo de perguntar. Mas sei como ele se sente a meu respeito — ele me ama.

Conhecendo bem meu amigo, eu compreendo melhor hoje os perigos que Jesus discutiu tão incisivamente no Sermão do Monte: com que rapidez nós acusamos os outros de homicidas e passamos por cima de nossa própria ira, ou de adúlteros e ignoramos nossa própria luxúria.

A graça morre quando ela nos coloca uns contra os outros.

Meu amigo e eu temos diferenças profundas.

E sei que os mais conservadores vão surrar-me por alimentar um pecador, e os liberais vão atacar-me porque não endosso algumas posições mais polêmicas. Repito, não estou discutindo meu ponto de vista a respeito do comportamento homossexual, apenas minhas atitudes para com os homossexuais. Usei o exemplo do meu relacionamento com meu amigo porque para mim tem sido uma prova intensa e contínua a respeito de como a graça me convida a tratar pessoas "diferentes".

Um assunto como o homossexualismo representa uma questão importante porque a diferença centraliza-se sobre uma questão moral, e não transcultural. Através da história, a igreja tem considerado unanimemente o comportamento homossexual como um pecado sério. Então, a questão vem a ser: "Como devemos tratar os pecadores?"

Mas observando a vida de Jesus me convenço de que, sejam quais forem às barreiras que tivermos de transpor ao tratar com pessoas "diferentes", elas não se podem comparar com o que um Deus santo que habitava no Santíssimo Lugar, e cuja presença expelia violentamente fogo e fumaça do topo da montanha, provocando a morte de qualquer pessoa impura que se aproximasse, teve de vencer quando desceu para se juntar a nós sobre o planeta Terra. Uma prostituta, um rico aproveitador, uma mulher endemoninhada, um soldado romano, uma mulher com hemorragia e outra samaritana com vários maridos ficaram maravilhados porque Jesus recebeu a reputação de ser "amigo de pecadores". 

Jesus tinha o poder de amar prostitutas, valentões e gente de todo tipo... Ele foi capaz disso apenas porque via através da sujeira e da crosta da degeneração; seus olhos captavam a origem divina que está oculta por toda parte, em cada homem! Primeiro, e principalmente, Ele nos dá novos olhos...

Quando Jesus amava uma pessoa qualquer, carregada de culpa e a ajudava via nela um filho de Deus desviado. Via um ser humano a quem seu Pai amava e por quem se entristecia por ele andar em caminhos errados. Ele o via como Deus o planejara originalmente e queria que ele fosse e, portanto, olhava, por baixo da camada superficial da sujeira e da imundície, para o verdadeiro homem. 

Jesus não identificava a pessoa com o seu pecado, antes via nesse pecado alguma coisa estranha, alguma coisa que realmente não fazia parte da pessoa, alguma coisa que simplesmente a acorrentava e a dominava e da qual Ele a libertaria e a traria de volta para o seu verdadeiro eu. Jesus foi capaz de amar os homens porque Ele os amava da maneira certa através da camada de lama. (Ps: essa lama cobre todos nós)

Podemos ser abominações, mas ainda somos o orgulho e a alegria de Deus. Todos nós na igreja precisamos de "olhos curados pela graça" para ver o potencial nos outros para a mesma graça que Deus tão prodigamente nos concedeu. 

Enfim... "Amar uma pessoa", como disse Dostoiévski, "significa vê-la como Deus pretendia que ela fosse".

Juliano Fabricio...essa é pra você meu grande amigo.


Quando Jesus enrolou aquela toalha na cintura, derramou água em uma bacia de cobre e lavou os pés sujos dos apóstolos, iniciou-se um dos maiores atos subversivos da história.

A partir desse momento, nascia uma ideia até então sem precedentes sobre a grandeza do reino de Deus: 

...o discípulo que se humilha, busca o último lugar e se torna como criança será exaltado. Que chocante reversão das prioridades e valores de nossa cultura! 

Preferir ser o servo em vez de ser senhor da casa, escarnecer doprestígio, poder e reconhecimento, recusar-se a se levar a sério, viver com alegria seguindo a rotina de um servo -estas são as atitudes e ações que levam o selo do autêntico discipulado. 

De fato Jesus disse: Bem-aventurados sois se amarem pessoas desconhecidas e vistas como nada. Sendo todas as coisas iguais, preferir o desprezo à honra, preferir o ridículo ao louvor, preferir a humilhação à glória, isso são formulas de grandeza na realidade do novo reino. Jesus Cristo está acima de tudo, à medida que se torna o menor de todos.

“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens: e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz” Fp 2:5-8

Em Jesus a mente de Deus torna-se transparente.

 Nele, não encontramos nada do seu próprio ego a ser visto, mas somente o apaixonado amor de Deus que nos persegue. Através de sua vida de humilde serviço, Jesus nos revela o coração de Deus. 

Subversiva hierarquia de valores

O carpinteiro nazareno não refinou apenas a ética de Platão e Aristóteles, Ele não reordenou meramente a espiritualidade do Velho Testamento, Ele não reordenou simplesmente a velha criação – Ele trouxe a pura subversão!!!

Juliano Fabricio
Ps: qual é a parte de Filipenses 2 que vc ainda não entendeu!!!

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