Se vocês soubessem o que significam estas palavras: ‘Desejo misericórdia, não sacrifícios’, não teriam condenado inocentes. Mateus 12:7 

Não é pouca coisa que está em jogo aqui. Os religiosos insistem na insuperável importância da prescrição dos mandamentos. A dignidade básica e as necessidades genuínas dos seres humanos são irrelevantes. Jesus, entretanto, insistia que a lei não era um fim em si mesma, mas o meio para um fim: a obediência era a expressão do amor a Deus e ao próximo, portanto qualquer forma de religiosidade que se coloca no caminho do amor também se coloca no caminho do próprio Deus. Tal liberdade desafiava o sistema religioso. Jesus, porém, disse que tinha vindo não para destruir a lei, mas para cumpri-la. O que ele ofereceu não foi uma nova lei, e sim uma nova atitude em relação à lei, baseada na vida eterna. 

“o evangelho da graça apresentado pelo carpinteiro nazareno era ultrajante.” 

A luta para se tornar apresentável a um Deus distante e perfeccionista é exaustiva, um fardo insuportável! Sempre que prefiro as aparências à realidade, que tenho medo de Deus, que entrego o controle da alma às regras em lugar de me arriscar a viver em união com Jesus, quando escolho parecer bom e não ser bom, quando prefiro as aparências à realidade, eu chamo isso de espiritualidade terrorista

Me lembro de uma frase forte que ouvi um dias desses: "Se tenho uma mensagem para meus contemporâneos, certamente é esta: sejam o que quiserem, sejam loucos, bêbados... Mas evitem, a todo custo, uma coisa: sucesso*'" Fica a reflexão. 

Ps: *entende-se por sucesso a fascinação por dinheiro, honra e poder. Um impulso por uma falsa imagem. (A igreja infelizmente esta cheia de gente assim

...o desenvolvimento espiritual mais elevado esta em ser "comum". (fica a dica) 

Juliano Fabrício na nova série #provocações
(toda semana uma nova #provocação)


Muitos acham que a estabilidade da economia
é
mais importante do que a estabilidade das relações. 

EU DISCORDO...

ACREDITO EM OUTRO TIPO DE ESTABILIDADE E EM OUTRAS METAS.

Vamos estabelecer novas metas para a sociedade, para nossos sociólogos, líderes religiosos e acadêmicos.

Vamos estabelecer como uma meta prioritária reduzir o número de divórcios para 10% em 2030.

Vamos estabelecer como meta reduzir o número de casais infelizes com seus casamentos para 20% nos próximos 20 anos.

Vamos estabelecer como meta o aumento na tolerância entre quem pensa diferente. (meta aberta)

Vamos estabelecer como meta o aumento de beijos e abraços entre as pessoas que amamos em 40%. (um beijo ou um abraço adiado dói demais)

[]...e este amor que você carrega, está declarado ou você sonega? [$]

Vamos estabelecer como meta o aumento da honestidade nas relações em 25%.

Vamos estabelecer como meta ousada os pedidos de desculpas que estão nos travando em 70%. (quem não pede desculpas vive uma vida amarga) 

Vamos estabelecer com meta reduzir tudo aquilo que Jesus não quis – isto é, poder, instituição, aparato. (A referência nossa tem de ser a Bíblia, porque ela é a palavra de Jesus, lá você não vê poder, não vê nada disso)

A presidente Dilma sem se dar conta nos deu uma boa dica: 

“Não vamos colocar uma meta: deixaremos em aberto e quando atingirmos ela, nós dobraremos a meta”

Ps: Esqueçam o crescimento do PIB em 10%, pois com nossas metas acima cumpridas o resto é moleza. 

A felicidade não está no crescimento do PIB. [ > $]

Juliano Fabricio
revendo metas



Passamos a vida inteira ouvindo os sábios conselhos dos outros. (e olha que tem gente que tem conselho pra tudo...) Tens que aprender a ser mais flexível, tens que aprender a ser menos dramático, tens que aprender a ser mais discreto, tens que aprender... praticamente tudo.

Mesmo as coisas que a gente já sabe fazer, é preciso aprender a fazê-las melhor, mais rápido, mais vezes. Vida é constante aprendizado. A gente lê, a gente conversa, a gente se puxa pra tirar nota dez no quesito "sabe-tudo". (ps: tenho uma certa preguiça de gente que sabe de tudo...)

Pois é... E o que a gente faz com aquilo que a gente pensava que sabia? E se aquilo não faz mais sentido? E Se tal aprendizado nos torna pesados demais? E Se essa bagagem já não serve pra nada? E se já tivermos arquivos demais no nosso HD cerebral?

E se os valor que defendíamos, nem nós acreditamos mais
E Se esse aprendizado não nos torna mais amáveis, palpáveis, etc?

Estou chegando à conclusão que para aprender coisas novas, é preciso antes deletar arquivos antigos. E isso não se faz com o simples apertar de uma tecla. Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.

Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros. 

Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. 

Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz. 

Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente.

Desaprender a valorizar um modelo de progresso que necessariamente não traz felicidade coletiva e uma economia cuja especulação supera a produção. 

Desaprender a olhar o mundo a partir do próprio umbigo, como se o diferente merecesse ser encarado com suspeita e preconceito.

Desaprender a promover guerras e a considerar a pobreza mero resultado da incapacidade individual. 

Desaprender a valorizar o supérfluo como necessário e a ostentação como sinal de êxito. 

Desaprender sem medo sobre os equívocos praticados no decorrer da vida cristã e ter coragem para corrigi-los.

A solução é voltar ao marco zero. Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.

Acho que era isso o que Jesus quis ensinar quando disse que era preciso nascer de novo.

O desaprendizado é uma arte para quem se propõe a mudar de vida (nascer de novo). Nessa viagem, quanto menos bagagem e mais leveza, sobretudo de espírito, melhor e mais rápido se alcança o destino. Vida afora, carregamos demasiadas cobranças, mágoas, invejas e até ódios, como se toda essa tralha fizesse algum mal a outras pessoas que não a nós mesmos.

Será que teremos coragem de desaprender???

Juliano Fabricio
desaprendendo


#Sophia, José Miguel e Maria Flor

Sabe, filhos, uma das grandes descobertas, das mais dolorosas para o seu pai, foi que essa existência aqui obedece a uma lógica de ciclos. Hoje, no fim da tarde, o aconchego de vocês me fez lembrar uma vez mais o quanto é bom voltar pra casa. 

Hoje sei que não tenho imaginação fértil. Nunca pensei que a minha própria felicidade estivesse em três outros, que não eu. E aqui está, bem diante dos meus olhos.

Caras notáveis.

Durante todo a minha vida até aqui, acabei me deparando com caras que amavam quadros. Filmes. Músicas. Amavam correr, nadar, pedalar. Fotografar. Caras que amavam escrever. Um cara (um único cara, especificamente) que era político mas, apesar disso, amava ajudar os outros. [Raro!!!]

Caras incríveis.

Seu pai tornou-se um cara comum, filhos. Ao observar esses amigos, caras que admiro, e amam tantas coisas distintas, notei que meu amor entrou num funil e, pelo lado estreito, saiu quem sou, hoje.

Amo apenas pessoas. E, algumas delas, feito vocês da foto acima, amo mais que a mim mesmo. 

E só mais um dos meus lembretes: 

#filhos sempre estejam com isso em mente: o que há na vida é o “cada dia”. Hoje eu preciso tomar as mesmas decisões, novamente; hoje eu preciso alimentar bons sentimentos por quem e pelo que um dia me apaixonei; hoje eu preciso cumprir sadia rotina que um dia será responsável pela vida que irei colher. E ali, no fim, talvez eu chame de “pra sempre” aquilo que a “cada dia” eu repeti com sinceridade e dedicação.

Intertextualidade: substantivo feminino, superposição de um texto literário a outro, ou, influência de um texto sobre outro que o toma como modelo ou ponto de partida, e que gera a atualização do texto citado.

Juliano Fabricio
#paidetrês


[Reza a lenda que a primeira marcha para Jesus foi feita entre Jerusalém e Jericó.]

Foi inclusive nessa marcha acelerada, sem propósito e representada por todo tipo de religiosos que nos deparamos com um tal bom samaritano que foi o único que entendeu o que de fato importava ser feito nessa trajetória. 

*Infelizmente nesse tipo de marcha não tem espaço para bons samaritanos, (A IMAGEM ACIMA FALA POR SI)
muito menos para JESUS (explico...)

Consiste em que se um dia alguém, para ajudar um faminto, sedento, doente, preso, estrangeiro ou nu, se aproximou dele de cima para baixo, achando-se ele mesmo o messias, esse não O achará. 

Por outro lado, aqueles que, para ajudar, se aproximaram de um faminto, sedento, doente, preso, estrangeiro ou nu, despretensiosamente, de baixo para cima, O acharão, sem nem saber ou procurar. 

Curiosamente o Messias estará na pele do necessitado
e não na do caridoso, 
na do fraco
e não na do forte, 
na do salvado 
e não na do salvador (se não entendeu ainda, leia Mt 25:35).

Juliano Fabricio
passando de largo desse tipo de marcha!!!
[Ps: se não me engano Jesus está na pele desse mengido deixado à margem]


Leio os evangelhos em busca de orientação, apenas para ser lembrado de como Jesus foi apolítico. 

A referência maior e mais profunda do evangelho não é ao mundo ou aos seus problemas sociais, mas à eternidade e às suas obrigações sociais. 

Hoje, sempre que uma eleição está por vir, os cristãos debatem se este ou aquele candidato é o "homem de Deus" para assumir o cargo.

Projetando-me para os tempos de Jesus, tenho dificuldade em imaginá-lo ponderando se Tibério, Otávio ou Júlio César era o "homem de Deus" para o império.

O homem que eu sigo, um judeu-palestino do primeiro século, também esteve envolvido em uma guerra cultural. Ele se levantou contra uma instituição religiosa rígida e um império pagão. Os dois poderes, geralmente em desacordo, conspiravam juntos para elimina-lo. Sua reação? Não lutar, mas dar a sua vida pelos seus inimigos, e apontar para esse dom como a prova do seu amor. Entre as últimas palavras que Ele enunciou antes da sua morte estavam estas: "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem".

As figuras apresentadas por Jesus descrevem o reino como um tipo de força secreta.

Ovelhas entre lobos, tesouro escondido em um campo, a menor das sementes no jardim, trigo crescendo entre joio, um punhado de fermento operando na massa do pão, uma pitada de sal na carne. Tudo isso aponta para um movimento que opera dentro da sociedade, mudando-a de dentro para fora. Você não precisa de uma pá cheia de sal para preservar uma fatia de presunto; um pouquinho seria suficiente.

Jesus não deixou uma hoste organizada de discípulos, pois Ele sabia que um punhado de sal gradualmente operaria através do mais poderoso império do mundo. Contra todas as possibilidades, as grandes instituições de Roma, o código de leis, as bibliotecas, o Senado, as legiões romanas, as estradas, os aquedutos e os monumentos públicos, tudo isso foi desmoronando gradualmente, mas o pequeno bando prevaleceu e continua até o dia de hoje.

Søren Kierkegaard descreve a si mesmo como um espião, e realmente os cristãos agem como espiões, vivendo em um mundo enquanto nossa mais profunda fidelidade pertence a outro. 

Somos alienígenas residentes, ou forasteiros, utilizando uma expressão bíblica.

Lembrando: Um padrão histórico da Igreja é que a heresia sempre começa de cima e o avivamento sempre de baixo. Esse entendimento, essa mudança sempre virá de baixo, como costuma acontecer, e não imposta de cima. A escada do poder sobe, a escada da graça desce.

Juliano Fabricio
um forasteiro

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