O ♥Amor♥ é o melhor professor, mais eloquente que a prédica*

Quem ama, tem profundo senso de si próprio e dos outros, discerne linguagens emocionais e se antecipa na demonstração.

Reconhece quando alguém tenta amá-lo e apenas tem dificuldade em expressar seu amor e por ser versado no idioma, se apressa em revelar que entendeu. Assim, quem ama, mesmo antes ou quando não recebe o que precisa para se sentir também amado, inicia o processo, ama primeiro, não se ressente, não se amargura, mas faz ao outro o que gostaria que lhe fosse feito, reconhece a fragilidade do outro em saber amar, compreende que amor é aprendizado e assume o papel de mestre. 

Quem ama age como Jesus, que na noite em que seria traído, abandonado e preso, tendo amado seus amigos, amou-os até o fim e mostrou como se faz. Cuidou deles, mesmo quando eles nem entendiam o que estava acontecendo, fez o que precisavam como demonstração deste amor e depois perguntou:

“Vocês entenderam o que lhes fiz? Entenderam como os amei. Pois bem, se vocês amarem deste modo, serão felizes.

E que ninguém que se matricula na escola do amor se engane, o mestre que ensina a amar, que ama primeiro, que mostra como faz, quer ser imitado, também amado, retribuído.

Entendeu como se faz? Então faça também e será feliz, pois saberá o que é o ♥amor.

*s.f. Discurso cujo assunto é de teor religioso; sermão ou pregação. 
  P.ext. Qualquer expressão, manifestação e/ou discurso.



“Ser ou não ser eis a questão”
 
 É um questionamento filosófico usado por Shakespeare, quando Hamlet estava diante de uma decisão ética.

Confesso que em um universo tão grande de informações e de assuntos que acabam gerando redundâncias, fico a pensar: “Será que vale a pena postar alguma coisa?”, Será que não estou sendo repetitivo? E por ai vai.

Mais de repente me deparo com mais uma noticia de um ou uma maluca dizendo que o mundo vai acabar tal dia, que nossos problemas acabaram, pois já podemos comprar nossa ceia “comunhão” pela net, ou ainda que o culto em tal igreja não começou porque o Shofar não estava presente, que temos que bisuntar ( nem sei se escreve assim) nossa casa, carro ou empresa com óleo ungido de Israel, que deus me mandou construir um palácio para ele, que temos que namorar, casar ou relacionar com quem nossa liderança achar melhor (ministério do Santo casamenteiro), com gente se achando gente melhor que as outras, com títulos que já nem ouso mais descreve-los pois a cada dia o status muda, com profetadas e mais profetadas.................ufa, e não falei tudo!!!!!!!!!!!

Então pego novamente o meu notebook e entendo que não devo e não posso me calar diante de tão grande loucura que se tornou a nossa igreja brasileira. Preciso falar e falar e falar de uma teologia no mínimo básica para uma vida relevante, preciso falar e explicar para a maioria o que significa missão integral, preciso dizer que não temos somente um chamado mais um oportunidade de sermos referencial nas coisas mais básicas do nosso dia a dia, preciso dizer que existe gente como o Sr. Russel Shedd, preciso dizer o que significa Graça, Fé, Reino, etc, preciso dizer que Deus fará independente de nosso esforço em comprá-lo, preciso dizer que o Diabo não cria nada, nem música, inclusive no inferno nem existe harmonia.

Enfim, por mais redundante que eu possa ser ou por mais limitada que possa soar minhas postagens, continuarei a escrever e a proclamar através delas as minhas opiniões, indagações, protestos, as boas notícias do reino, as besteiras que não param e as coisas que de fato são essenciais para uma vida cristã relevante. Pois como eu sempre digo: “O reino de Deus quando se manifesta, as coisas mudam... se não mudam, duvide...”.

Obs: O evangelho da graça que creio hj nos chama a cantarmos a cada dia o mistério corriqueiro da intimidade com Deus em vez da busca por milagres e visões. Ele nos chama a cantarmos as raízes espirituais de experiências corriqueiras como amar, apaixonar-se, ser justo, falar a verdade, criar um filho, dar uma aula, perdoar uns aos outros depois de nos ferirmos uns aos outros, premanecermos juntos nos momentos difícies da vida, na surpresa e na sexualidade e no esplendor da existência.......dos tais é o reino dos céus, e de tais mistérios caseiros consiste a religião genuína.

Deus que eu não me canse de postar........ 

Juliano Fabricio
Vivendo pela graça®
Ps: texto originalmente postado em 07/01/11


O Cristão deve ser conhecido mais pelo que faz do que pelo que não faz. As vezes ouvimos pessoas dizendo: “fulano não bebe, não fuma, não joga, não faz mal a ninguém, ele parece ser crente!”

Adolf Hittler também não bebia, não fumava, não apostava em loterias, era vegetariano e foi umdos mais monstruosos assassinos que o mundo conheceu!

Não devemos avaliar a vida de um cristão pela soma das coisas que ele não fez (…) O testemunho do cristão é positivo, isto é, manifesta-se em ações e palavras construtivas benéficas.

Pedro deu um resumo da magnífica vida de Jesus, quando ele disse: 

“ELE ANDOU POR TODA PARTE FAZENDO O BEM” (At.10:38) 

Jesus foi conhecido pela sua vida positiva do amor.

Ele socorria os necessitados, curava os enfermos, ressucitava os mortos, pregava o Reino e finalmente deu a Sua vida em resgate de muitos (Mc.10:45). 

É nesse sentido que o cristão deve dar um testemunho positivo, pois ele é servo de um Senhor que viveu positivamente.

Seja um cristão não conhecido pelo que não faz, mas pela quantidade de amor e doação que dedica aos seus semelhantes.

Juliano Fabricio


Talvez você seja um convertido, que lê a Bíblia com frequência, foi batizado, vai a igreja sempre, ora em voz alta, levanta as mãos na hora do “louvor”, contribui com dízimos, faz discipulados com novos convertidos, fala de Cristo para os não-crentes e quando perguntado sobre sua religião diz sem medo: sou cristão evangélico. E sendo evangélico acredita piamente que é filho de Deus e que faz estas coisas para Ele. 

No entanto, ser um filho de Deus vai muito além dessas práticas religiosas exteriores e físicas.

Em Romanos 2, Paulo descreve a vida iludida das pessoas que estas coisas praticam. E o apóstolo encerra o capítulo dizendo que ser filho de Deus nada tem a ver com práticas religiosas, mas sim com uma operação do Espírito no coração. E é fato que só Deus sabe quem teve uma experiência de operação do Espírito no coração.

Se você parar pra pensar vai perceber que tem pessoas na igreja que você olha a vida e diz “não é possível que essa pessoa estará no céu”. E por outro lado, há pessoas que não são evangélicas, não cantam as músicas que você canta na igreja, não lê a Bíblia, não oram, sabem muito pouco de Jesus Cristo e são pessoas extraordinárias, que você olha e pensa “não é possível que Deus mande esta pessoa para o inferno”. Esse paradoxo é incrível para todos entenderem. 

Talvez seja por isso que Nietzsche disse que “se mais remidos se parecessem os remidos, mais fácil me seria crer no redentor”.

De fato, o que tem valor não é a sua experiência religiosa, mas a obra do Espírito Santo no seu coração. É por isso que ser crente/evangélico não tem valor nenhum, nem para a vida terrena, muito menos no reino de Deus. É necessário entendermos que Deus não toma o rol de membros da igreja e o transforma em livro da vida. Nem todos que estão na igreja irão para o céu, e nem todos que não estão na igreja irão para o inferno.

A obra do Espírito Santo em nós é que gera atos de amor e de misericórdia. É a experiência do Espírito Santo que me leva a pensar que não sou melhor do que ninguém e que o que tenho, só tenho pela graça. A obra do Espírito Santo me leva a entender que jamais serei perfeito, se não pela habitação e aceitação de Jesus Cristo em mim. A obra do Espírito Santo me tira da ilusão de achar que pelo fato de ser evangélico, tenho alguma vantagem diante dos que não são cristãos evangélicos. A obra do Espírito Santo em mim, me faz viver totalmente dependente de Deus.

#Tu-so-vives-iludido-se-assim-quiseres-viver



Vejo a mensagem de Jesus totalmente avessa aos apelos da nossa pomposa teologia cristã. 

Prefiro basear minha caminhada nos princípios aprendidos com Ele. Pois de uma maneira bastante diferente, o impacto de sua vida ajudou-me a compreender a verdade da fé cristã. 

Prefiro aprender de um Jesus que disseminou na terra um novo tipo de poder, uma inversão que virou de cabeça para baixo as suposições básicas da História. "Os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos", disse ele, dando cumprimento a esse princípio buscando os excluídos, os pobres, os sofredores. Ele foi a pessoa mais influente que já viveu, apesar de não ter um escritório, de possuir uma atitude de desprezo em relação ao poder político e de não ter deixado para trás de si nenhum bem material, senão um lençol.

Jesus ofereceu perdão aos pecadores, amor aos inimigos, compaixão profética àqueles de quem discordava. Hoje, todo grupo marginalizado do mundo - minorias, mulheres, deficientes, prisioneiros, doentes - pode olhar para Jesus como uma fonte de inspiração moral e um modelo para ações efetivas, quer sigam ou não seus ensinamentos. Por intermédio de muitos exemplos, posso ver que, além de fundar uma Igreja, Jesus produziu uma corrente de autoridade moral que liberta os cativos, alivia os oprimidos e despreza um mundo violento e competitivo. 

Essa corrente flui quer a Igreja se junte a ela ou opte por permanecer nos bancos.

O evangelho que creio tem vida em si, e que executa sua obra lenta e firme, independentemente do resto.

Juliano Fabricio
um cara nada ØRTODOXØ


Você sabe que tem gente se matando agora, não sabe? 

Tem um povo bombardeando outro, crianças apavoradas, mulheres subjugadas. Uns homens soltam bombas, outros prendem o choro. Edifícios desabam fáceis, sob a mira dos mísseis prateados, impecáveis. Famílias se desmancham como papelão na enxurrada, canalhas fogem com o dinheiro do povo. Ódio vira regra, medo se faz prática, desespero se torna música. O sucesso de audiência é a nossa escandalosa miséria de todos os dias.

E você, decerto, já se deu conta do quanto sobrevivemos desviando, esquivando, escapando, correndo uns contra os outros. Não que eu acredite que isso tudo vá mudar por obra da nossa mais pura e simples vontade esperneada. Mas eu tenho a impressão de que a gente devia passar mais tempo juntos, sabe?

Porque assim, juntos, talvez a gente perceba, cheios de vergonha, o quanto se deixou convencer de que essa porcaria toda é “normal”. Normal, assim, como um cachorro ordinário que morde o outro porque tem todos aqueles dentes pontudos e eles não podem ficar ali na bocarra sem uso e você sabe, cachorro morde mesmo, morde por puro instinto.

Juntos, quem sabe a gente compreenda que “normal” é coisa nenhuma! E que é preciso resgatar do fundo da gaveta aquela velha capacidade de indignação desbotada que fazia tanto sucesso no verão passado.

Quem sabe assim teremos, para cada declaração de guerra, um milhão de declarações de amor rasgadas, confessadas sem pudor a quem quiser ouvir. E na esteira de cada afirmação amorosa seguirão novos gestos e atitudes renovadas e medidas de amor desmedidas.

Para cada um dos longos anos que nos separaram até agora, brotarão das rachaduras no asfalto florestas de instantes a nos unir em abraços emocionados de encontro e festa.

É, sim. A gente devia passar mais tempo juntos. Devia parar e sentar e conversar e lembrar nossas coisas. E lá, no terreno baldio das lembranças saborosas, estaremos nós, engatinhando por uma selva de pernas enormes em uma festa chata de adultos enfadonhos, ouvindo ao longe suas conversas altas e miradas importantes, até uma hora chegarmos ao abrigo sob a mesa grande, de onde roubaremos uns brigadeiros e cajuzinhos para nossa ceia secreta e submersa, protegidos do mundo e de suas questões inatingíveis em nosso universo simples e subterrâneo.

De nosso encontro, soltaremos os risos que um dia seguramos para a foto até doer o rosto. E a cada risada alta, o amor há de acordar de seu sono, o amor e sua energia atômica, sua força motriz poderosa, sua vontade que a tudo movimenta e estremece acenderá nas sombras e explodirá feito as bombas dos facínoras.

Seu estrondo despertará nossas coisas de amor que nos arrancam do sofá e nos põem de pé, em movimento, a seguir nosso caminho de um tempo novo, a seguir cenas dos próximos capítulos, rodadas na descida de nossa serra do mar, nosso corredor da vida onde se vai adiante mais do que se espera cair do céu.

Porque do céu nada cai exceto nós mesmos, despertos de nossos sonhos de grandeza em cada pequeno acaso de nosso dia depois do outro.

Juntos, aprenderemos de novo a pedir com jeito, a trabalhar com força e desejo e honestidade, repetindo delicadezas em todos os idiomas, batucando textos de amor como pretextos para amar.

E em nossa imaginação amorosa, inventaremos pessoas, cenas, famílias, festas, churrascos de domingo, casamentos repletos de gente amiga, disposta a reescrever a história toda. Ou ao menos a nos fazer sentir menos sós.

Assim, juntos, irmanados pela aventura do amor à vida, a nós mesmos e ao outro, criaremos uma nova ordem, um novo estado de coisas, e escreveremos a milhares, milhões, bilhões de mãos a nossa declaração universal dos direitos e deveres de amar.

Não que eu acredite que toda a miséria do mundo assolado pela raiva e a burrice vá frear sua marcha louca de uma hora para outra, e os exércitos se ajoelhem sob a beleza de um arco-íris monumental debruçado sobre todos os continentes. Mas ao menos estaremos juntos.

Amantes, amores, amados, avante. Ao trabalho!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Comentem pelo Facebook

Eu apoio - Conheça (+)

Click e Confiram D+

Segue ai...

Curta no Facebook

Amigos do Blog

Postagens populares

Twittes

Google+ Followers

Blog que escrevo

Pesquisar este blog

Carregando...

Siga-me por Email

Marcadores

Blog Arquivos

Minha lista de blogs

Juliano Fabricio Ferreira. Tecnologia do Blogger.

Visão Mundial - Conheça

Visitantes

Contato:

Juliano Fabricio Ferreira

jucafe2@yahoo.com.br

Uberlândia - MG - 34 9149-5443

Networkedblogs - Siga

Recomendações