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Você já deve ter ouvido falar do Homo sapiens, Homo erectus, Homo ludens e outros. Hoje gostaria de lhe apresentar o Homo consumens! Esse é o homem cujo objetivo primário não é possuir coisas, mas consumir cada vez mais e, assim, compensar o seu vazio interior, a passividade, a solidão e a ansiedade. 

O que caracteriza uma relação de consumo, não é o acúmulo de bens. Se assim fosse, quem deseja acumular muitos bens, deveria estar preparado para suportar malas cheias e casas entulhadas. 

Por essa razão, a sociedade de consumo baseia-se no uso e no descarte. Você usa e usufrui o que adquiriu, mas descarta rapidamente tal produto para que o último não ocupe o espaço que pode ser do próximo produto. 

O conceito de ser bem sucedido hoje é ser um bom consumidor. É ser alguém que tem acesso às novidades do mercado. 

O conceito de fracassado é justamente o contrário. Ele não tem acesso às novidades do mercado. Ele permanece com seus produtos por muito tempo. É fracassado por não ter acesso a novos produtos. 

O acesso a produtos novos gera em você novas sensações. São sensações efêmeras. Afinal, quanto tempo dura a sensação do sapato novo, do celular novo ou do novo corte de cabelo? 

Ninguém compra uma jaqueta para se proteger do frio! Se o objetivo fosse não sentir frio, ficaríamos com nossas jaquetas velhas. O fato é que estamos atrás da sensação trazida pelo “novo”. 

O mesmo casaco, a mesma calça, o mesmo carro, a mesma casa, a mesma rua, a mesma garagem, o mesmo sofá, o mesmo zelador, a mesma mulher, o mesmo marido… Tédio! Frustração! Assim dizem os especialistas contemporâneos! É preciso mudar! 

Variedade, novidade, rotatividade, velocidade! Essas são palavras de ordem dadas ao Homo consumens. 

Quantas vezes você trocou de celular nos últimos 6 meses? 

Quão dependente você é da sensação trazida por aquilo que é novo? 

Quanto tempo duram suas novas aquisições até o dia de descartá-las? 

O que a fatura do seu cartão de crédito tem de semelhança com o Homo consumens? 

Essa é a nossa sociedade atual! A parte triste é perceber quantos cristãos têm se tornado Homo consumens! 

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2) 

Já imaginou se Deus tratasse todas as coisas com a mentalidade do Homo consumens? Um dia Ele jogaria as Escrituras no lixo, dizendo que elas caíram em desuso… Um tempo depois, eu e você seríamos lançados fora, com o argumento de que é preciso novidade… 

“Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.” (Jo.6:37) 

Juliano Fabrício em outras fronteiras


Quando dizemos “BANCADA EVANGELICA” ao tratarmos de assuntos da politica, de maneira geral e muito compreensivel, ficamos com o estomago mechido, e sentimos vontade de devolver nossa ultima refeição… Contudo, ainda há, dentre os seguidores de Cristo que se envolvem nessa area, gente que ainda está tentando agir de maneira CRISTÃ dentre todo aquele lixo…

Enquanto ainda tem gente preocupada com a o casamento gay, com a ditadura comunista e com tantas outras fabulas, ainda tem gente querendo preservar o mais preciso dentro do cristianismo… Não é a moralidade, nem a religião institucionalizada… Mas VIDAS HUMANAS! via


Primeiramente, precisamos saber de quais púlpitos estamos falando. O mundo está cheio de “púlpitos” com homens e mulheres que não possuem a coisa mais importante – a presença do Espírito Santo. Isto é, os púlpitos em muitas igrejas não são verdadeiramente “nossos” porque estão marcados por uma incredulidade fundamental. Foi por isso que J. Gresham Machen sabiamente intitulou sua grande obra Cristianismo e Liberalismo, onde ele afirma que Cristianismo e Liberalismo são dois animais diferentes e que não existe algo como “Cristianismo Liberal”. 

Assim, talvez seja melhor perguntarmos o que é mais necessário nos púlpitos evangélicos. Em primeiro lugar, claro, está o evangelho. E nossos púlpitos estarão cheios do evangelho quando estiverem cheios da Bíblia. Precisamos de sermões que exponham o livro das boas novas da obra de Cristo em nosso favor. 

Há, contudo, mais uma coisa faltando: coragem. É seguro dizer que a maioria dos membros de igreja na maioria das igrejas evangélicas ouviu pelo menos a boa notícia de que Jesus veio para salvar pecadores. É ainda mais certo que todos que ouvem a pregação da Palavra em uma igreja evangélica estão cientes de que são pecadores. É absolutamente certo, no entanto, que ninguém está suficientemente consciente da profundidade, da abrangência e do poder do seu pecado, nem suficientemente consciente da profundidade, da abrangência e do poder da graça de Deus. Não sabemos nem do que fomos salvos e não para o que fomos salvos. 

É por isso que precisamos de coragem. Precisamos de pastores que vão aos púlpitos já tendo visto e usado a Bíblia como um espelho para seus próprios pecados. Precisamos de pastores que, pela graça de Deus, veem seus próprios pecados pelo que eles são, e que pregam confiantes no conhecimento de que seu rebanho não é nem mais nem menos pecador do que ele é. Conhecendo seu pecado, ele prega contra o seu pecado. Ele não se esconde dele, mas o apresenta para que todos vejam. Porque ele está falando para o seu próprio pecado, outros podem ouvi-lo. Porque seus pecados são os mesmos daqueles que estão sob seu cuidado, ele fala para os pecados dos outros. 

A coragem para falar para os nossos pecados, contudo, está alicerçada em uma confiança no evangelho. Um pastor é capaz de olhar diretamente para seu próprio coração de trevas por causa da luz do evangelho. Ele pode encarar aquilo que ele é à medida que ele é capaz de abraçar completamente as promessas do evangelho. Precisamos de pastores que não estão meramente aliviados de que seus pecados foram cobertos, mas que estão transbordando de alegria por saber que foram adotados. Precisamos de pastores que não apenas sabem que pela graça dEle escaparam do fogo do inferno, mas que sabem que eles O verão como Ele é, e então se tornarão como Ele. 

A igreja precisa de pregadores que tenham a coragem de crer não apenas nas glórias do evangelho, mas na suficiência do evangelho. Não precisamos de mais estudos de concordância bíblica. Não precisamos de mais erudição. Não precisamos de mais histórias. Não precisamos de mais genialidade homilética. Precisamos de mais coragem para pregar mais o evangelho. Porque Jesus muda tudo. 

Traduzido por Alex Daher | iPródigo.com | Original aqui


Nos últimos dias, muito tem se falado a respeito dela, contra ela, hora a favor dela. Precisamos definir o que é igreja para sabermos “como” se posicionar. 

E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? Mateus 16:13

A pedra é Cristo de acordo com a declaração de Pedro. 

O líder você segue. 

Do mestre você aprende 

O chefe você obedece, mas 

Um Deus você adora. 

Ser igreja é ser adorador de Jesus Cristo. A igreja é a reunião de um povo que teve a mesma revelação que Pedro teve. 

O que é adorar Jesus? 

II Coríntios 3.18: Ser transformado em alguém mais semelhante a Ele. 

O quanto já aprendemos adorar? 

Isso não tem a ver com cantar para Jesus 

Não tem a ver em falar sobre Jesus 

Não tem a ver com ler a bíblia… 

Adorar a Jesus como Deus, não tem nada a ver com orar! 

Adorar Jesus é ser PARECIDO com Ele. O que vai deixar você mais parecido com Jesus? O “louvorzão” de domingo? O culto? Não! 

Mas é ser humano. Gastar tempo com Deus e as coisas de Deus. Andar em intimidade. É caminhar como adorador de Jesus. 

Jesus é mais que profeta, é mais que libertador, Ele é Deus! É Ele quem decide como vai ser adorado. 

No A T. encontramos as maneiras de Deus. E Ele é bastante prático: “Não fiquem inventando! Não façam o que eu não pedi! Não tira o que eu mandei ter!” 

E onde vamos descobrir ou não se estamos parecidos com Jesus? 

Com os pequeninos. Isso porque, dizer o que Deus quer ouvir é uma pretensão humana. Única saída: rendermo-nos diante dEle. Ou seja, UM CAMINHO DE RENDIÇÃO. Se não sabemos orar como convém, imagine adorar!? 

Ser adorador de Jesus é muito complicado, porque Ele decide como vai ser adorado, e ser adorador é ser parecido com Ele: gente que se importa, que não fica impassivo. 

Isso é um processo difícil, longo e demorado. É realmente um desafio. Por isso, a nossa absoluta necessidade do Espírito Santo. 

O que seria um outro jeito de “ser pentecostal”: buscar o fruto do Espírito, porque isso em nossa vida é um milagre. Amar como Jesus amou, se importar como Jesus se importou. Isso traz muita resistência em nossa vida… 

É mais fácil adorar Jesus cantando, expondo conhecimento, recitando salmos… 

Adoração como busca da redenção da imago dei não dá ibope, não dá número, não dá multidão. Negócio de multidão é outra coisa: é milagre, pompa, circunstância… 

“Jesus não nos convoca a fazer o que ele fez, mas a ser como ele foi: IMPREGNADO DE AMOR”. (Dallas Willard – A CONSPIRAÇÃO DIVINA) via


O evangelho é “complicado” porque propõe que poder, hierarquia e status não são maiores e nem mais importantes que pessoas. Ele coloca no mesmo patamar de responsabilidade, respeito e mutualidade, patrão e empregado, escravo e senhor [Fm 1.16]. Estabelece a aceitação daquele que era doente mental, mendigo, drogado, ladrão e que encontra a Graça [Mc 5.15].

O evangelho transforma “coisa” em pessoa, inútil em valioso [Fm 1.11], escravo em gente, mulher prostituta recebe a graça e é encorajada a continuar no caminho do amor [Jo 8.11].

O evangelho proporciona paz, saúde e restauração ao “perturbado da cidade”, um jovem com problemas psíquicos, endemoninhado, que vivia correndo nu pelas ruas sem ser contido [Mc 5].

A graça não oferece apenas o “retorno à sã consciência”, mas honra e dignidade às pessoas. E é aí que está o problema: como aceitar na sociedade alguém que fez tantos males? Alguém que cometeu tantos erros e mudou de vida do nada?

A confusão é estabelecida porque o medo e a desconfiança, baseados no passado, estão enraizados e são fortes demais para serem cortados somente superficialmente. O que se sabe [passado] é bem maior que o que se vê [presente] e o que se espera [futuro]. A grande preocupação é: quem vai pagar a conta, arcar com os prejuízos ou com a reputação ameaçada e enfraquecida?

Quer saber mesmo? A graça paga o preço! Melhor ainda, o preço já foi pago. Jesus quitou não apenas a dívida, como também fez uma ação tal como tirar os nomes sujos do SPC e Serasa, e publicar isso no Diário Oficial da União [Cl 2.13,14]! A reputação de Cristo foi posta em xeque e, no final das contas, ela não valia mais nada [Is 53.3-5].

Aceitar isso ainda é complexo, pois temos sempre o interesse em ser independentes, em não depender dos outros. Para aceitar o “inútil”, desgraçado, invisível, aquele que estava “à margem da santidade”, aquela que “andava nas trevas”, aquele que não tinha caráter ou vergonha é preciso, primeiro, aceitar a graça proporcionada por Cristo.

Você conhece alguém que “não vale nada” e que se mostra aparentemente imerecido de confiança? Eis a chance de evidência da graça [Rm 5.20], pois, aquele a quem se perdoa pouco, pouco ama [Lc 7.47]. E, se você recebeu isso de graça, não queira ganhar vantagens ou colocar cláusulas para repassar o presente. Não ouse cobrar por algo gratuito.

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Edu Oliveira é jornalista, tem 26 anos, de Coroatá (MA) e membro da Assembleia de Deus. Participa da ABU desde 2008. via

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