[As igrejas institucionais são em muitos aspectos como trens.]

Vão em certa direção, e continuarão indo nessa direção por um tempo bem longo, ainda que todas as mãos tratem de detê-las.

Como ocorre com respeito aos trens, as opções para mudar a direção das igrejas institucionais ainda são, na melhor das hipóteses, limitadas. Se se dispõe de uma alavanca de câmbio ou de um desvio, o trem poderia mudar de direção; caso contrário, simplesmente segue os trilhos em que vai. Portanto, todos os que se encontram a bordo do mesmo confiam fortemente que estão no trem certo que segue rumo à direção correta.

[As igrejas relacionais, como as do Novo Testamento, são diferentes.]

Essas igrejas não são trens,
senão grupos de pessoas que saíram para caminhar.

Tais grupos se movem bem mais lentamente do que os trens, só alguns quilômetros por hora no máximo, mas podem virar num momento. Mais importante ainda, podem ser genuinamente solícitos para com o mundo que os rodeia, para com seu Senhor e uns para com outros.

Como os trens, as igrejas institucionais são fáceis de achar. Sua fumaça e seu ruído são inconfundíveis e diante dos erros são difíceis de parar. 

Já as igrejas relacionais são um pouco mais sutis. Devido a que não anunciam sua presença com luzes intermitentes em cada cruzamento, são silenciosas como o nascer de uma semente e discretas como o fermento na massa. 

Alguns crêem que as igrejas como essas do Novo Testamento há muito desapareceram. 

Será que é tarde demais?????

Na minha opinião NÃO pois,
por toda parte há igrejas relacionais ASSIM

Fiquem atentos e o mais rápido possível saiam desse trem!!!

PS: gosto dos versos do Zack Magiezi:

"Desde que a minha vida saiu dos trilhos

sinto que posso ir a qualquer lugar"

Juliano Fabricio
devagar, mas no caminho...


seja amigo de pecadores;
ande com prostitutas e publicanos;
não se apegue a muita grana e nem a muita bagagem;
não ajunte tesouros na terra;
contente-se em ser contado como malfeitor, perturbador, ...subverta;
não negocie no templo, afinal agora o templo é você;
não afaste as crianças, submeta-se a ser guiado por uma delas,
abra mão do sistema estabelecido (status quo),
esqueça hierarquias,
inverta a opressão,
abra mão da sua força,
caminhe lado a lado,
prefira mesas e festas;
não tenha medo de tocar;
não busque o poder, pelo contrário, esvazie-se dele;
seja silencioso como o nascer de uma semente, 
seja discreto como o fermento na massa;
não lave as mãos;
enfim...Conte histórias...

Para quem ainda quer seguir as dicas de um Jesus fora de moda, resta a toalha e a bacia do lava-pés, (inclusive lavando os pés do seu traidor); o serviço ao próximo que envergonha os títulos e constrange os arrogantes e que por isso não cabe em seus discursos ufanistas. Quem quiser ser maior no Reino, seja servo do seu próximo, porque neste Reino, muitos considerados desprezados pela sociedade precederão a todos. É tudo uma questão de ouvidos, os conselhos estão lançados e Jesus afirmou que quem tem ouvidos para ouvir – o Dele – ouça.

O que mais me intriga é que muitos de vocês não entenderam nada do que ELE quis dizer. 

PS: Se você percebe que tem algo que está fora de moda, 
porem é fundamental ao evangelho,  por favor deixe um comentário!!!

Juliano Fabricio
Em processo de 
desconstrução religiosa


É de Andrew Marin a definição mais ful­gu­rante de amor que jamais ouvi: amor, explica ele, é 
«a expressão men­su­rá­vel de com­por­ta­men­tos não-condicionados».

«AMOR»
«a expressão men­su­rá­vel de com­por­ta­men­tos não-condicionados»

Se amar for de fato prover expressões mensuráveis de comportamentos não-condicionados, quem se mostrará pronto a amar? 

Porque, se for assim, amar não seria você aprovar a conduta de dois caras sentados de mãos dadas no banco da sua igreja, mas seria você respirar fundo e não condená-los por eles estarem ali. 

Amar não seria você concordar com as posturas de um amigo a respeito de qualquer assunto, mas seria concluir que o seu compromisso mútuo com o amor basta para vocês continuarem juntos no mesmo caminho. 

Essas seriam expressões genuínas de comportamento não-condicionado. Porque quando não estamos defendendo o amor estamos defendendo meramente a nossa convicção, ou pior, a nossa reputação – e até os pecadores confessos fazem o mesmo. 

Qualquer homossexual poderia nos ensinar a amar mais e melhor. [tem um grande amigo que faz isso muito bem]

Cristãos que frequentam as passeatas gay costumam fazê-lo para levar cartazes que dizem coisas edificantes tipo DEUS ODEIA BICHAS ou VÃO ARDER NO INFERNO

Será que nosso papel, já que estamos falando de AMOR não seria ir a essas passeatas com cartazes que dizem apenas ME DESCULPE – e pedir a quem quiser ouvir desculpas por todo o ódio que já foi derramado sobre os homossexuais no nome daquele que nada tem a ver com o ódio.

Enfim... Precisamos com urgência aprender com Jesus a não dar respostas simples para questões complexas. E essa postura (precisamente como no tempo de Jesus) desperta por vezes a indignação de gente dos dois lados do muro.

E aprender com o Jesus dos evangelhos que um discurso polarizador não deve ser jamais alimentado. Todo discurso aplicado ao extremo (e os discursos tendem aos extremos) gera esterilidade, hostilidade e desumanização. A ferida dos ódios resultantes só pode ser estancada pelo remédio do amor – o amor que é uma orientação: ao mesmo tempo uma escolha e um destino.

Juliano Fabricio 
Inspirado na história de Andrew Marin
[um ex crente homofôbico militante que descobriu o amor]


Há 41 anos, tenho tentado fazer de minha identidade cristã o empreendimento mais importante de minha vida. 

O velho ditado “Dize-me com distribuis teu tempo e dinheiro, e te direi quem és” me dá a garantia de que não tenho me enganado.

Apesar dos momentos de fraqueza, de óbvias imperfeições, de lapsos morais e de momentos de egoísmo, o teor geral da minha vida tem sido fidelidade à verdade como eu a compreendo.

Jesus Cristo é a verdade para mim. 

Sua palavra influencia meu julgamento, impacta as decisões que tomo e as que me recuso a tomar.

Sua verdade me ajuda a descobrir o que é central na vida e o que é secundário, o que é importante e o que é menos importante, o que é vital e o que é marginal, periférico, circunstancial. 

Mas será que tudo isso é real? Ou será que “dei com os burros n’água”? 

Será que a realidade confirma o discurso? Tenho apenas uma vida para viver, e quero vivê-la completamente, intensamente. 

Será que me deixei dominar pela rotina, pelas orações mecânicas, pelo corriqueiro da vida, pelos deveres diários realizados vez por vez?

Enfim... me encontro aqui!!!!

E já dizia o grande mestre Brennan que me ajuda nessa caminhada: 

“Se for o caso de minha fé ser criticada, que seja pelos motivos certos. Não porque sou emotivo demais, mas porque não sou emotivo o bastante; não porque minhas paixões são inflamadas, mas porque são ínfimas; não porque sou afetuoso demais, mas porque careço de uma afeição profunda, apaixonada e irrestrita por Jesus Cristo.”

Juliano Fabricio
Apenas um amador!!!
[amador em todos os sentidos]


Neste mundo decaído, as coisas boas são resquícios da espoliação. 

A Queda do ser humano mudou tudo, e agora todas as coisas boas também apresentam um risco implícito e contêm dentro de si a possibilidade de exploração e abuso. 

Pense no sexo, na comida, nos grandiosos recursos de nosso planeta. Poder, beleza e fulgor, todas essas são coisas boas, qualidades que o nosso Criador possui, mas a história humana demonstra amplamente o que pode acontecer a elas nas mãos de seres humanos que provaram da árvore do conhecimento do bem e do mal.

Somos criaturas que receberam por empréstimo talento, beleza e inteligência de um Criador que tencionava que nós usássemos isso bem. 

Não é à toa que essa árvore ficava no meio do jardim onde o acesso era total. Deus não nos esconde nada, somente nos alerta como fez com Caim:

 Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas cabe a você dominá-lo". Gênesis 4:7

... Coisas boas são uma dádiva, não uma possessão.

Juliano Fabricio
...até hoje não aprendemos isso...


César...

Em seu nome, a igreja combinou riqueza e poder político com serviço professado a Deus: um casamento profano entre igreja e estado em que o papa em seu manto de arminho e César em toga de seda se mancomunavam para construir impérios. 

Malafaias...

Encontramos a mesma triste realidade em nossa nação quando determinados líderes religiosos espreitam os corredores do poder batizando alguns políticos e colocando outros na lista negra, sempre alegando encontrar suporte no ensino de Jesus. (malafaiadas)

Em toda época e cultura tendemos a moldar Jesus à nossa imagem e a maquiá-lo de acordo com nossas necessidades a fim de lidar com o estresse que sua presença sem disfarce provoca. (vale a pena ler: jesus-sem-embalagem-qualquer )

"Numa trincheira Jesus é um esquadrão de resgate; na cadeira do dentista, um anestésico; no dia da prova, um solucionador de problemas; numa sociedade afluente, um moderado bem barbeado; para um habitante da América Central, um revolucionário barbudo". 

JESUS...

Se pensamos em Jesus como amigo de pecadores, os pecadores são provavelmente nosso tipo de gente. Sei, por exemplo, que Jesus é meu amigo e essa atordoante verdade, de que Jesus corporifica para nós um Pai que nos ama mesmo quando falhamos em amar, é a Boa-Nova. 

Brennan Manning resumiu muito bem essa boa nova: “Jesus nos ama como somos e não como deveríamos ser, já que nenhum de nós é como deveria ser.”

Fica a pergunta: Você se identifica com César, os Malafaias ou com JESUS?

Juliano Fabricio
Vendo o que ninguém vê.

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