[O que existe é o agora] 

Cuidado!!! A totalidade do seu ser pode estar presente no dia seguinte. 

Certa vez, o mestre disse ao seu aluno: 

— Quando você andar, ande; quando você comer, coma. O aluno respondeu: 

— Mas todo mundo não faz assim? E o mestre disse: 

— Não. Ao caminhar, muitas pessoas estão interessadas apenas em chegar ao destino. 

Não estão vivenciando a caminhada de verdade. Nem percebem que estão andando. Ao comer, muita gente está mais preocupada em planejar o que farão depois que acabarem de comer. 

Essa desatenção com o que estão fazendo significa que as pessoas dificilmente se referem ao que estão comendo ou ao fato de estarem comendo. Com certeza, não estão se alegrando com o ato de comer.

Verdade seja dita, o que existe é só o agora!!!

Juliano Fabricio
Porque NADA é urgente.!.!


Não está nos pobres, 

não está nos movimentos populares,

não está no povo.

não está também nas elites, sejam ricos ou doutores, intelectuais ou empresários. 

não está em partido político algum, de direita ou de esquerda. 

E nem nos poderes legislativo, executivo ou judiciário. 

Também não está nas 'igrejas' e nos movimentos religiosos que só fazem decepcionar em sua grande maioria. 

Não coloco minha esperança em coisa alguma que seja definida por categorias sociais. Olho para todas elas com profundo desinteresse. Jamais comprometeria a minha vida com qualquer delas. 

Onde está minha esperança?

Numa multidão de indivíduos, independente do seu lugar social ou econômico, que vivem possuídos pelo sonho da vida, da beleza e da bondade.

Enfim o que resta dessa esperança tem profunda relação e ternura por tudo o que é fraco, do pássaro de asa quebrada ou velho trôpego e surdo. Fui um adolescente fraco e amedrontado. Apanhei sem reagir. Cresceu então dentro de mim uma fera que dorme. Toda vez que vejo uma pessoa humilde e indefesa sendo humilhada por uma pessoa que se julga grande coisa, a fera acorda e ruge. Tenho medo dela.

Também sei que minhas opiniões, todas as opiniões, não passam de opiniões, Não são verdade. 

Ninguém sabe o que é a verdade.

Meu passado está cheio de certezas absolutas que ruíram com os meus deuses. 

Todas as pessoas que se julgam possuidoras da verdade se tornam inquisidoras. 

Por isso é preciso tolerância. 

O que faço.... continuo na árdua tarefa de quebrar moldes, pensar fora da caixa e nutrir uma espiritualidade que tem conexão com a vida.

Vou me despindo das camadas de minhas antigas certezas.

Elas não fazem mais sentido para mim.

Todavia, não tenho medo de dizer: continuo CRISTÃO. 

Juliano Fabricio
Cheio de esperança...


NÃO aceito que estamos vivendo no melhor mundo possível, 

NÃO sou fatalista (os religiosos entenderão), 

NÃO gosto do chamado elitismo entre os crentes (cheira mal), 

NÃO busco nenhum privilégio divino (o mundo sofre... crianças, negros e pobres gemem e morrem. Diante dos horrores da história, abandonei a pretensão de ser abençoado. Qualquer prece, com um mínimo de senso ético, deve considerar esses acontecimentos. Quem se atreveria a furar a fila da bênção onde esperam os que estão à margem?

NÃO discrimino pessoas que pensam diferente (algumas, só acho chatas mesmo), 

NÃO me apoio em méritos para obter bênçãos, 

NÃO tenho um Deus lá fora que aparece de vez em quando (esse deus que aparece de vez em quando, só comparece se for muito bajulado), 

NÃO torço pelo inferno (qualquer um), 

NÃO quero converter ninguém à certeza, mas ao amor. 

ENFIM...

OPTO pelo diálogo acima do monólogo (quer marcar um café é só falar, pois não faço isso por redes sociais), 

TENTO revelar DEUS nas minhas iniciativas encarnadas (nem sempre consigo), 

PREFIRO construir pontes e não muralhas, 

RECONHEÇO Deus ao lado do oprimido e não do opressor, 

GOSTO da companhia de gente simples e singela, 

SOU pacifista como opção existencial, 

ALMEJO combinar graça com ternura (acho que as duas andam de mãos dadas), 

ENTENDO o caminho de Jesus repousando sobre a amizade e 

ESTOU tentando cuidar do planeta antes que seja tarde demais. 

Tenho uma missão que é puro prazer: 
amar é ser amado pela minha esposa 
e cuidar e ser cuidado pelos meus filhos.

Porem um grito em minha alma ainda me perturba, repetindo a frase que vez ou outra ouço Na música do U2:

[“But I still haven’t found what I’m looking for”]
[Mas eu ainda não encontrei o que eu estou procurando].

Agora vejo em parte, porem o que vejo já me consola e agradeço também ao Oswaldo Montenegro que conseguiu me traduzir com tanta propriedade:

“Eu já era o que sou agora, mas agora gosto de ser”

[...uma busca constante...]

Juliano Fabricio
Em construção...


{Eis mais um tabu da religião a ser quebrado.}

Ora, o que regula uma relação afetiva não é a submissão, mas o amor

O mandamento é amar, não subjugar, é acolher, não amedrontar, é cuidar, não esmagar, pois em meio a essa questão da submissão da mulher o que mais se vê são os exageros e o uso perverso do texto sagrado para justificar desmandos inaceitáveis. 

Jesus não tratou desta questão, deixando claro, para mim, que o tema deve ser abordado de maneira consensual. 

Quando Paulo estabelece o postulado, na Epístola aos Efésios, ele trata de um ponto de vista da cultura patriarcal judaica, numa sociedade onde a mulher não tinha outra escolha a não ser aceitar o mando do marido. Seria absurdo, nesta perspectiva, o apóstolo ensinar qualquer outra coisa! 

Mas alguém vai dizer que esse é um princípio inamovível, inegociável. Bem, olhar para certas passagens das Escrituras requer coragem e bom senso. 

Alerta: Nós sabemos que o texto é inspirado, mas também precisamos compreender que, alguns deles, expiraram! 

É o caso da submissão da mulher. Uma análise básica sobre o extrato social atual já desmonta a doutrina. É dado do último censo do IBGE que, cerca de 60% das famílias das classes C e D hoje, são mantidas pelo trabalho das mulheres. Nos dias de Paulo, mulheres pariam filhos e cuidavam do marido e da casa. Nos nossos dias, elas dirigem nações! Um outro olhar pode lançar alguma luz sobre o tema. 

Quando Jesus trata da questão da autoridade, ele ensina que quem a exerce deve fazê-lo com a consciência de quem presta um serviço, ou seja, eu cativo a submissão de alguém porque, antes de tudo, cativei a pessoa pelo amor e pelo cuidado para com ela. 

O próprio Paulo já deixou plantada esta ideia quando usou a metáfora no texto de Efésios 5:25: “Maridos amai as vossas esposas como Cristo amou a igreja e sacrificou-se por ela”. Então, eu penso que este é um tema que deve ser abordado de forma honesta e buscando a luz da verdade para este tempo. 

Não vejo qualquer problema em haver igualdade de autoridade na relação, pois, onde há amor sincero, os conflitos são sempre resolvidos buscando o melhor para o outro. Onde não há, todavia, o código religioso será usado como mordaça existencial, como instrumento de opressão, como meio de chantagem, e tudo isso em nome de “deus”... 

Boa reflexão do
Carlos Moreira

Metade dos cristãos digita os seus próprios comandos e pressiona a tecla Enter de Deus, na esperança de que Deus comece a fazer magicamente o que eles querem. 

A outra metade digita os comandos de Deus e aperta a sua própria tecla Enter, na esperança de começarem a fazer magicamente o que Deus quer.

A boa nova, a assustadora boa nova, é que Deus quer programadores, não usuários.

Ele espera que digitemos os nossos próprios comandos e apertemos a nossa própria tecla Enter e ainda assim — com toda a responsabilidade, todo o risco e mágica nenhuma — produzamos um mundo que promova a graça (ou seja, a beleza, o cavalheirismo e a criatividade) e honre a herança do seu idealizador.

Aulinha básica de programação

👇essa simples oração fala por si👇

Você reza a Deus, menino?
-Sim, toda a noite.
-E o que lhe pede?
-Nada. Só lhe pergunto se posso ajudar em alguma coisa.
[Pedro Bloch]



O eixo da revolução moral cristã é o amor
(Jesus o classificou como o sinal pelo qual o discípulo seria reconhecido). 

O perigo espreita em nossas tentativas sutis de minimizar, racionalizar e justificar nossa moderação a esse respeito. Oferecer a outra face, caminhar a milha extra, não devolver os insultos, reconciliar-se um com o outro e perdoar setenta vezes sete vezes não são caprichos arbitrários do Salvador. Ele não prefaciou o Sermão do Monte com "seria bom se...". O novo mandamento estrutura a nova aliança no seu sangue. Tão central é o preceito do amor que Paulo o chamou cumprimento da Lei.

Segundo John McKenzie, "a razão demanda moderação no amor, como em todas as coisas; a fé, aqui, destrói a moderação. A fé não tolera um amor moderado por um companheiro humano mais do que tolera um amor moderado entre Deus e o homem".

O mandamento do amor é o completo código moral do cristão. Thomas Merton declarou que um "bom" cristão que abriga ódio no coração por qualquer pessoa ou grupo étnico é objetivamente um apóstata da fé.

Juliano Fabricio
😍#loveWins

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