Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Hebreus 10:24 

E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem. 2 Tessalonicenses 3:13 

Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. Mateus 5:16 

Fiel é esta palavra, e quero que, no tocante a estas coisas, faças afirmação, confiadamente, para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras. Tito 3:8 

Na primeira carta do apóstolo Paulo a Timóteo, ele fala aos ricos que não depositem sua esperança na riqueza, mas "pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir (...) a fim de se apoderarem da verdadeira vida" (1 Tm 6:17-19)

No evangelho de Lucas, Jesus ordena que tratemos nossos inimigos fazendo-lhes o bem (Lc 6:31-35). 

Paulo diz aos romanos: "Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber (...) Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem" (Rm 12:20-21).Vence o mal com o bem. 

Não preciso desperdiçar palavras, justificando o mal em nosso mundo. Pela destruição. Pela dor. Pelas guerras. Pela pobreza. Pela fome. Pelo ódio. Pela avareza. 

Pelas famílias destruídas. Pela negligência para com os velhos. Pela falta de algo tão básico como água limpa para grande parte da população mundial. Pela solidão. Pelo abuso para com o meio ambiente. Pela tragédia da Aids. Pelo vazio espiritual. 

Isso é justificado diariamente nos noticiários e diariamente nos homens, mulheres e crianças cujo caminho cruza o nosso, se quisermos enxergar. 

Sabemos que Deus tem um plano e que somos parte desse plano." 

Uma coisa simples. Nenhum plano complicado. Nenhuma estrutura organizacional. 

Só uma cutucada do Espírito Santo. Um ato de generosidade. Você pode imaginar o que é estar no lugar daquele vizinho que lutava contra um câncer? Ou daquele que nunca tinha o suficiente para cobrir as contas? 

"Você acha que, em um mundo tão carente como o nosso, uma pessoa não pode fazer a diferença? Pelo contrário, todos os dias temos a oportunidade de criar um mundo que corresponda mais com os valores que estimamos. Não só cada uma de suas ações tem um impacto direto no mundo, mas também cada escolha que você faz envia uma mensagem para aqueles que estão ao seu redor... Criamos força uns para os outros... Não deixe que ninguém o convença de que você não tem poder juntos, temos o poder de transformar o mundo. Todas as mudanças significativas no mundo começam lentamente, em um simples momento e lugar, com uma simples ação. Um homem, uma mulher, uma criança se levantam e se comprometem a criar um mundo melhor. A coragem deles inspira outros, que começam a se levantar. Você pode ser essa pessoa." 

Você pode ser essa pessoa. Você acredita nisso? 

Um casal fez uma simples ação. Eles começaram ajuntar suprimentos necessários para uma família. Eles não sabiam aonde chegariam com isso. Sabiam que não tinham espaço em casa para hospedar uma família. Sabiam que, como pessoas que trabalhavam em tempo integral, não poderiam assumir a responsabilidade de suprir todas as necessidades diárias de uma família que estava chegando. Por isso, eles fizeram o que podiam fazer. Juntaram suprimentos. Mas essa ação estimulou outras pessoas a fazer boas obras. Quem sabe quantas famílias necessitadas e quantos voluntários serão impactados, transformados por esta simples cadeia de ações de amor? 

As boas obras vêm em todas as formas e tamanhos. Às vezes incluem ações na família. Outras vezes, giram em torno da comunidade ou da igreja. Às vezes estão voltadas para a cidade. Outras vezes, chegam a todas as partes do mundo. Mas, em todos os casos, exigem uma coisa essencial: um voluntário disposto. 

Por que você não é esse voluntário? 

O título deste post convida a uma revolução no voluntariado. Toda revolução exige revolucionários, pessoas dinâmicas que sonham com o dia em que as coisas serão diferentes, melhores. Mas os revolucionários vão além de sonhar. Eles dão o melhor à causa. Servem implacavelmente ao esforço coletivo. 

Imagine o que aconteceria em nosso mundo se centenas de milhares de pessoas e, por fim, milhões decidissem dedicar apenas algumas horas por semana para criar uma onda de boas obras que colocariam a fé em ação, espalhariam boa vontade e aliviariam o sofrimento. 

Imagine se cada igreja e cada instituição de caridade, de repente, fossem inundadas de voluntários entusiastas, habilidosos e amorosos que fizessem planos, servissem e orassem para ver um pouco mais do céu no planeta Terra. Apenas imagine! 

Tudo o que se precisa é um grupo de revolucionários animados que acreditam que isso pode acontecer e estão dispostos a dar o primeiro passo. "Faça algo, em algum lugar, agora", diz um amigo meu. Acho que este é o grito de guerra perfeito para a revolução no voluntariado. Faça Algo, Em Algum Lugar — Agora! 

Estou certo de que há uma boa obra bem aí com seu nome escrito nela. 

Juliano Fabricio

Clareza sobre o evangelho da graça. Existem muitas falsificações, especialmente as distorções do evangelho que fazem do pecado algo de que você não precisa se afastar ou se libertar. Atente cuidadosamente para o conforto e o chamado do evangelho. Primeiramente, preste atenção em Jesus dizendo, “Eu não te condeno”. Porém, também procure por “vá e não peques mais”. Essa ordem é muito importante. A remoção da condenação vem antes do chamado à obediência. Todavia, ambos precisam estar lá para que a igreja pregue o evangelho. 

Pregação centralizada em Cristo. Talvez você esperasse que eu dissesse “pregação expositiva”, mas é possível entregar uma exposição de um texto da Escritura sem nunca chegar a Jesus Cristo. Isso é especialmente verdadeiro em pregações no Antigo Testamento. Não me lembro quem disse isso, mas se a exposição do Antigo Testamento que você está ouvindo não for rejeitada por uma sinagoga, então o pregador não está pregando a Cristo. A exposição da Escritura é o meio pelo qual chegamos a Jesus. Entretanto, este é o meio, não o fim, da pregação de Jesus Cristo e este crucificado. 

Adoração pública teologicamente informada. Os elementos básicos da adoração estão presentes: leitura pública da Palavra, exortação e ensino das Escrituras, canções, orações, e os sacramentos do batismo e da Ceia do Senhor? Além desses elementos básicos, procure por músicas com letras que exaltem a Jesus Cristo e aprofundem sua apreciação e compreensão do evangelho da graça. Não estou dizendo que canções curtas como “Eu te amo, Senhor” não têm lugar na adoração pública, mas se o conteúdo das músicas para a adoração pública, como um todo, é superficial, isso deveria te levar a pensar. 

Pessoas hospitaleiras. Se o evangelho está realmente fazendo a diferença em uma comunidade de cristãos, eles vão amar as pessoas desconhecidas, e não daquele jeito bajulador e falso “Estou-contente-por-você-estar-aqui-porque-eu-tenho-que-estar-contente-por-você-estar-aqui”. O que quero dizer é que você se sente genuinamente acolhido e amado pelas pessoas quando as encontra e passa tempo com elas adorando. 

Disciplina da igreja. A disciplina na igreja tem recebido uma reputação desfavorável. Ela não pode ser reduzida apenas a disciplina final e punitiva, mas deve incluir também um aspecto formativo. A disciplina da igreja acontece quando os seus membros estão dispostos a voltarem uns aos outros de volta para Jesus em um chamado amoroso ao arrependimento, através do encorajamento no sofrimento, e de exortações para crescer em graça. 

Compaixão para com os pobres. 1 João 3.17 diz que se nós, que temos recursos materiais, vemos nosso irmão em necessidade e não nos compadecemos dele ele, não temos o amor de Deus em nós. Assim, é um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres. Mais do que isso, o nosso cuidado para com os pobres, embora deva dar prioridade à comunidade dos crentes, deve se mover para além da igreja, para a comunidade ao seu redor: “façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6.10). 

É um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres 

Preocupação para com os perdidos, evidenciada por uma igreja comprometida com o evangelismo pessoal. E por “comprometida com o evangelismo pessoal” não quero dizer uma igreja que tenha programas evangelísticos, mas uma igreja em que as pessoas amam seus próximos o suficiente para lhes falar sobre Jesus. Portanto, procure por um interesse sincero em alcançar os perdidos com o evangelho da graça por parte dos pastores e das pessoas nos bancos da igreja, não como forma de obter melhores números nos gráficos, mas porque eles amam verdadeiramente as pessoas como pessoas, não como potenciais evangelísticos. 

Traduzido por Cleber Filomeno | iPródigo.com | Original aqui

Publicado originalmente no Terra

A Comissão de Anistia decidiu por unanimidade, nesta terça-feira, indenizar e oferecer um pedido formal de desculpas do Estado brasileiro a Anivaldo Padilha, pai do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Anivaldo é evangélico e foi delatado por membros da igreja que frequentava. Ele foi preso e torturado e, em seguida, exilou-se. 

Segundo proposta da relatora Carolina de Campos Melo, a indenização será o pagamento de R$ 2.484, referente ao salário de um redator de jornal, cargo que Padilha ocupava quando foi preso em 1970. Além disso, ele receberá o pagamento de quase R$ 230 mil retroativo a 2005, quando entrou com o requerimento. Anivaldo Padilha é membro da igreja Metodista e era contratado pela instituição na publicação de uma revista. 

Enquanto esteve preso, durante alguns meses em 1970, Padilha foi torturado. Entre o período em que foi solto e o início do exílio, em 1971, ele viveu em um período de clandestinidade com sua esposa. Foi quando ela ficou grávida de Alexandre Padilha, hoje ministro da Saúde. 

“Foi uma dor o fato de ter sido privado de ter convivido com meu filho, Alexandre Padilha, durante a infância, importante período”, disse Anivaldo em discurso emocionado durante a sessão de julgamento. Ele retornou ao Brasil apenas em 1979, quando Alexandre Padilha tinha oito anos. 

“Minha saída do Brasil foi talvez muito mais dolorosa do que as torturas que eu sofri. No período da clandestinidade, minha companheira ficou grávida. Chegou um momento em que o cerco foi se fechando, havia uma possibilidade em que eu não só seria preso, mas talvez morto”, relatou, em outro momento. 

Anivaldo Padilha entrega nomes de torturadores à Comissão da Verdade

Anivaldo Padilha decidiu enviar os nomes de torturadores dos extintos Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e da Operação Bandeirantes (Oban) à Comissão da Verdade. Ele defende a reinterpretação da Lei de Anistia e deseja que seus algozes sejam submetidos a julgamento. 

“Nós temos no Brasil uma tradição de impunidade (…). Se os crimes cometidos pelo Estado Novo tivessem sido investigados e os torturadores e assassinos, punidos, talvez o golpe de 64 não tivesse ocorrido”, acredita Anivaldo. 

Recém-instalada pela presidente Dilma Rousseff, a Comissão da Verdade terá dois anos para investigar crimes contra direitos humanos cometidos entre 1946 e 1988. 

“Não é uma questão de punir pensando no passado, mas é punir pensando no futuro, porque os torturadores continuam nas prisões e delegacias de todo o País, pois sabem que podem ficar impunes”, argumentou. 

Padilha não se lembra do nome de todos os torturadores. Ele citou alguns pela forma como eram conhecidos: Capitão Albernaz (que teria falecido), Capitão Coutinho, Capitão Guimarães, Capitão Homero e delegado Baeta. “Isso é algo que, mesmo passados 40 anos, tenho certeza de que os reconheceria”, garante. 

Conforme consta no site Cristã Vida, Padilha descobriu quem foram os seus delatores quando teve acesso aos documentos do antigo SNI – Sistema Nacional de Informações: os irmãos José Sucasas Jr. e Isaías Fernandes Sucasas, pastor e bispo da Igreja Metodista, ambos já falecidos. via



[01 - Não Me Envergonho do Evangelho] 

Obs: toda segunda feira uma exposição da carta de Paulo ao Romanos via



Esse post é para você, meu irmão, amigo, companheiro. Homem ou mulher, não importa. É para quem não tem voz na igreja. Oprimidos pela política da mordaça. Gente que nunca esteve no púlpito (não por falta de vontade). Você que está sempre aprisionado na configuração de "povo", essa entidade que se alimenta dos anônimos. Você, estrofe da canção de Zé Ramalho: "povo marcado...".

Lembre-se que só existem pastores, cantores e pregadores porque você existe. Seu valor excede - e muito - os que gritam suas "qualidades", mas só sobrevivem sob as luzes do palco. São Infectados pela doença da "holofotite". Você é maior do que os reféns de aplausos, aliás, os aplausos são o resultado direto da generosidade de milhares de mãos dos anônimos "do povo". Como diz um ditado na África: "uma mão só não bate palmas".

Você, sim, merece todos os aplausos. Vejamos: alguém que nunca é visto, não tem aquelas grandes celebrações de aniversário (a não ser a simples e fria menção do nome no aglomerado do mês), não participa dos almoços e jantares (salvo quando algum "figurão" resolve levá-lo a um restaurante para mostrar poder). Você que de tanto "dar o seu Isaque" já deve ter dado até as estrelas do céu e o pó da terra... Você é um herói!

Deus deve te amar muito! Você não mercadeja a fé. Não força os filhos pequenos a serem mini astros para que sua conta bancária seja "abençoada". Você presta culto naquelas segundas da vida nas quais nenhum astro vai. Você que, às vezes envergonhado, toma coragem, vai à frente e pega na mão do semideus que visitou sua congregação, não sabendo que a honra é toda dele por ter o privilégio de tocar em suas mãos. Tenho a sensação de que quando você volta para casa o céu vai cantando até você chegar!

A Bíblia é repleta de gente como você. Gente como aquela siro-fenícia (Mc. 7.24-30). Como Jabez, nome entre outros nomes, carregando uma história de dor (I Cr. 4.9, 10). Gente como Jesus, de quem um dia se perguntou: "pode vir alguma coisa boa de Nazaré"? (Jo. 1.46). De cima dos púlpitos de mármore, alguns ainda olham para o meio "da massa" e pensam: "pode vir alguma coisa boa dali"? Pode!

Obrigado por existir.

Juliano Fabricio via
 


"O mercado é sórdido!", assim dizia meu professor de Sociedade e Economia na faculdade. Ele fazia referência à falta de escrúpulos nas guerras e disputas de poder econômico, defesa e conquista de mercados desde os tempos mais remotos da humanidade.

Aliás, dizia ele, que não há limites para mentiras, golpes, guerras, injustiças, ameaças e todo tipo de baixarias quando o interesse econômico está em jogo.

Não pense que o mercado é motivado por causas nobres! Ele enxerga como produto e bens de consumo qualquer ação, serviço ou mercadoria que possa gerar algum tipo de lucro, ainda que esta mercadoria sejam as coisas que, em tese, não deveríamos tratar por mercadoria como, por exemplo, a fome na Etiópia ou o analfabetismo no sertão brasileiro, mas há quem se beneficie muito com a exploração destes "produtos" e, portanto, os mantenha como estão, apesar do embrulho no estômago que saber destas coisas gera nas pessoas de bem.

A grosso modo, o marketing é a ferramenta que estuda e analisa o mercado para que um determinado produto seja melhor aceito e, consequentemente, venda mais e/ou gere mais retorno de investimento e lucro. Ele observa os concorrentes, a maneira das pessoas se comportarem, consumirem e, então, define as estratégias de abordagem e sedução para aquele público alvo específico.

Tenho visto, com muita tristeza, a fé ser tratada como um novo bem de consumo. O marketing da fé é explorado à exaustão, definindo metas, estratégias, mercados, linguagem, produtos e públicos. Tudo vira "produto": a pregação de um determinado pastor, o CD do cantor ou ministério de louvor, as campanhas de milagres, as rosas ungidas, os lenços, as sessões de descarrego e a "mídia", que até então era o culto, agora ocupa lugar nas grandes emissoras de TV do Brasil porque este mercado da fé está crescendo. O problema é que aqueles que apenas consomem fé, como um benefício, um produto de valor agregado, vão se distanciando da verdadeira Fé, livre, libertadora e vivificante do Evangelho. Ela é aos poucos apagada, substituída por uma fé presa ao templo/loja e ao modismo cegante da época.

Na disputa deste "mercado gospel", na defesa da fatia deste "bolo(r) da fé", por interesses econômicos, assistimos as mais horripilantes safadezas e inacreditáveis mentiras, ao ponto até de "bispos" e "pastores" simularem exorcismos com o testemunho de "demônios" para desacreditar a igreja concorrente. "Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mateus 15.7-9).

Esta, infelizmente, é a realidade na grande maioria das "igrejas" espalhadas por aí. E aqueles que nela estão viraram "fiéis" (cegos), não de Deus, mas dos líderes destas empresas.

É claro que nem tudo está perdido.
Ainda existe gente séria, discípulos de Jesus. A Igreja (com "i" maiúsculo) é invisível e somente de Deus, não pode ser negociada. O Reino de Deus não cabe atrás da plaquinha, nem dentro do templo de nenhuma religião do mundo! Ele está presente onde há corações sinceros e humildes, e para o desespero dos empreendedores da fé, está muito além dos nomes das igrejas e comunidades.

Não vejo problema algum em se adequar a linguagem ou a forma de se comunicar o Evangelho para que mais pessoas o entendam. Crianças e adultos, por exemplo, exigem abordagens diferentes não só do Evangelho, mas de tudo na vida; têm compreensões distintas sobre os mesmos assuntos, então, neste aspecto, o jeito de se entregar o conteúdo deve ser diferenciado para cada um. Simples assim. Mas quando ao método ou à estratégia são dados mais importância que à essência, então o que se pensa ser o caminho em direção às Boas Novas de Jesus acaba se transformando numa perigosa armadilha. As pessoas vão se prendendo à forma, à linguagem, endeusando templos, lugares, líderes, denominações/marcas e nomes.

Em busca de mais adeptos às suas igrejas ou de fidelizar seus clientes, alguns líderes religiosos acabam vendendo a imagem de que a verdadeira fé está naquele lugar, as outras igrejas são vistas como concorrentes e desmerecidas. Música, estilo, "bênçãos", "milagres" e "cobertura espiritual" são tratados como diferenciais e utilizados como técnica para atrair mais gente.

Perceba como estamos tão vendidos às técnicas do marketing da fé que nem diferenciamos mais as palavras "culto" de "produto". Quando dizemos que temos "culto para jovens" ou "culto para senhoras" estamos dizendo, na verdade, que temos "produtos para atrair jovens" e "produtos para atrair senhoras ", porque o culto é somente para Deus, não para o homem. Nós nos esquecemos que não é o tipo de culto que deve atrair as pessoas, mas sim a compreensão do perdão que recebemos de Deus. A Graça, ou seja, o Dom gratuito de Deus é o que nos motiva a louvá-lo.

O perigo de se fazer do "evangelismo estratégico" ou do "show/apresentação do culto" o alvo a ser buscado em si mesmo para atrair as pessoas é que o mercado, como de costume, exige cada vez mais. Logo, o próximo lugar que proporcionar a "melhor bênção/oferta", "mais emoção" ou a "melhor apresentação do culto/produto" abocanhará a sua fatia de mercado conquistado.

Quero deixar bem claro que não sou contra a utilização de música, teatro, testemunhos, acrobacias, danças, pirotecnia e qualquer outra expressão de arte para se anunciar o evangelho ou como vontade de glorificar a Deus com tais atitudes. Mas não acredito na utilização destas coisas como "estratégia" ou "técnica" para alcançar outras pessoas "para Jesus". Tudo o que é estratégia deixa de ser verdadeiro quando se trata do Evangelho. O Evangelho nasce de dentro pra fora, naturalmente. É produzido pela Verdade que faz morada em nossos corações e alcança o outro ser humano. Não por ser simplesmente emocional ou atrativo, mas por produzir Vida e luz/compreensão para o nosso caminho em Deus.

A mensagem de Jesus nunca foi "venham ficar admirados com as coisas que sei fazer!", mas "arrependam-se e creiam no Evangelho!". E ainda: "Tomem sobre vocês a sua própria cruz e me sigam, fazendo as mesmas coisas que eu fiz, ensinando e imitando a maneira como andei entre vocês!".

O Deus que não faz propaganda vazia de si mesmo te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

Juliano Fabricio via
 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
2leep.com

Comentem pelo Facebook

Redes Sociais

Selo TOPBLOG 2011

Segue ai...

Curta no Facebook

Amigos do Blog

Twitteiros

Twittes

Recomendações

tumblr - acessem

Pesquisar este blog

Carregando...

Siga-me por Email

Blog Arquivos

Minha lista de blogs

Barra de vídeo

Loading...
Juliano Fabricio Ferreira. Tecnologia do Blogger.

Visão Mundial - Conheça

Blog Cristão afiliado

Pergunta ai!!!!

Pergunta ai!!!!

Visitantes

Contato:

Juliano Fabricio Ferreira

jucafe2@yahoo.com.br

Uberlândia - MG

Networkedblogs - Siga