Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas". Mateus 7:12

No entanto o versículo acima nos mostra que estamos no caminho contrário, pois existem casamentos melancólicos, famílias destruídas, igrejas esfaceladas e vizinhança hostil. Esses e outros fatos indicam que não aprendemos direito.

"Saber de cor" é uma questão completamente diferente. O ritmo da ternura implacável do coração de JESUS faz o amor se tornar terrivelmente pessoal, imediato e urgente. Ele diz: 

"Dou-lhes um novo mandamento; é o meu mandamento; é tudo o que lhes ordeno: amem-se uns aos outros como eu os amei". 

Só a compaixão e o perdão contam. O amor é a chave para tudo. Viver e amar são a mesma coisa.

JESUS diz: "Você não entende que o discipulado não está relacionado com ser correto, perfeito ou eficiente? Tem tudo a ver com a forma pela qual vocês convivem". 

A cada encontro, damos ou sugamos vida. Não há intercâmbio neutro. Realçamos a dignidade humana ou a diminuímos. O sucesso ou fracasso de um dia qualquer se mede pela qualidade do nosso interesse e nossa compaixão pelos que nos rodeiam. Nós nos definimos pela reação à necessidade humana.

A questão não é qual sentimento temos pelo próximo, mas o que fazemos de fato por ele. Revelamos nosso coração pela forma de ouvir uma criança, falar com a pessoa que entrega a correspondência, suportar o dano e repartir os recursos com um necessitado.

O cristianismo consiste primariamente não naquilo que fazemos para Deus, mas no que Deus faz por nós. 

Esse é o modelo de vida que Ele quer para nós!!!!!

Juliano Fabrício na nova série #provocações
[toda segunda uma nova provocação]


Não tem grama verde para se gabar. Rede, quando não tem grandes furos, é luxo. A marcação de cal some. As traves, meio capengas, permanecem de pé mais por crença do que por engenharia. A gente cobra escanteio, corre para cabecear, espera rebote, ataca e defende. Não tem banco de reservas, todo mundo é titular e joga todos os tempos, ainda que se prorrogue algum sofrimento, ainda que haja pênaltis para os de coração forte. 

Nesse campinho que dorme cedo por não ter refletor, a gente joga aberto. 
Joga limpo.
 Joga duro, quando necessário, mas essa não é a regra. 

O fundamental é que a gente joga junto.

E num campinho assim, simples, feito a nossa divertida casa, um campinho familiar, a seleção precisa estar muito entrosada. E está. 

A Maria Flor é a centroavante, joga no ataque, que é uma maneira de garantir seu espaço no time que, quando ela chegou, já tinha dois titulares: Sophia na defesa, zagueira que não machuca adversário, e o José Miguel, filho do meio que domina o meio-campo da casa inteira. Nesse time ainda há uma capitã, líder insubstituível, craque na difícil arte de manter o espírito de equipe mesmo quando estamos em algum jogo perdido, levando uma goleada. Vanessa, esposa e mãe. Estaria contente só de vê-los jogar, mas fui convocado para ser pai. Um lateral pesado, quarentão, meio fora de forma, sem pique, mas que entendeu o seu papel. E aqui estou, me preparando para vê-los entrar em campo uma vez mais...na copa do nosso mundo...

Torcendo para que nesse jogo da vida eles sejam exemplos de quem joga limpo mesmo não vencendo todas, de quem sabem que mesmo perdendo um jogo não desistem nunca...

e principalmente pelas minhas duas filhas, que infelizmente vivem em um mundo machista, onde a bola quando chega, chega meio dividida. 

Filhas apenas joguem... independente do resultado do jogo, apenas joguem... 
vocês sempre serão minhas idolas, feito a sua mãe, mulher rara, única, que bate um bolão. 

Bom jogo...

[Alerta de spoiler]: 
o setor das arquibancadas reservado para os que acreditam está quase vazio. 

Juliano Fabricio
em uma boa jogada do seupai


Estou lutando... E qual é a luta???

Eu tenho um problema com a vulnerabilidade.

Eu sei que vulnerabilidade é o centro da vergonha, do medo e da nossa luta por merecimento.

MAS

Parece que também é a origem da alegria, da criatividade, do pertencimento e do amor.

Será que eu tenho um problema e preciso de ajuda???

Porém, estou chegando à conclusão que isso não é bom, nem mal. É apenas a vida como ela é.

Sabe pessoas que tem a capacidade total de se renderem e se entregarem a vulnerabilidade... As primeiras respostas que veem a minha mente são:

A: isso não sou eu.
B: eu não conheço gente assim.

O que é vulnerabilidade afinal?  É você se abrir de verdade, principalmente para o que você tem medo. É dar a cara a tapa. Você se colocar em uma situação em que você pode não gostar do que vem pela frente, mas você não se culpará ou se arrependerá depois por causa do medo, você terá a coragem de dizer: "To morrendo de medo, mas quer saber, vou até o fim?"

Eu me sinto vulnerável o tempo inteiro, principalmente depois do nascimento dos meus filhos. E como disse: isso não é bom, nem mal!

Enfim...Cada vez que eu sinto medo, eu penso nas palavras do meu mestre:

"Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo". João 16:33
... ai então eu me encho de coragem.

Tudo na vida dá medo, agora mesmo, na minha cabeça de pai neurótico acabei de pensar em uma fração de segundos "Eles estão crescendo e daqui a pouco não estarão mais aqui, enfim coisa de gente que se permite ser vulnerável.

E isso vale pra tudo na vida:

· Ter coragem de entrar em uma reunião de trabalho, aquelas que você sabe que serão pesadas

· Ter coragem de se matricular em algo....e quem sabe ser negado ou reprovado

· Ter coragem de colocar seu bebê na escola, dar tchau e sair porta afora

· Ter coragem de se declarar a alguém....ou ligar primeiro (isso já venci)

· Ter coragem de escrever um blog e dar sua cara a tapa

· Ter coragem de ter 3 filhos, mesmo o mundo te achando um louco

· Ter coragem de ligar para alguém que você conhece que acabou de perder alguém

· Ter coragem de dizer eu te amo, mesmo que isso a princípio de ânsias de vômito.

Juliano Fabricio
Lembrando que o poder de DEUS se
 aperfeiçoa em uma certa vulnerabilidade.


Estava conversando com Jesus sobre minhas ansiedades cotidianas. 

Tenho que trabalhar, alimentar quem amo, pagar despesas diversas. Então Ele me disse para “não estar ansioso, não me preocupar com minha própria vida, com o que vou comer e beber, porque a vida é mais importante que a comida e o corpo, mais que a roupa, que o Pai sabe que eu preciso destas coisas e que cuida de mim mais do que aos pássaros e às flores.

Mas eu ainda tinha o que dizer, não sei se Ele entendeu bem. Acontece que não me bastam apenas comer, vestir e morar em algum lugar, eu carrego anseios mais profundos, objetivos maiores e para viver nesses dias a gente precisa de algumas coisas a mais. Não se trata apenas do alimento, eu tinha que dizer a Ele que eu preciso frequentar alguns restaurantes novos que todos estão conhecendo e postando fotos. Não se trata apenas de vestir, eu preciso comprar tênis e roupa de marca. Não se trata apenas de morar, eu preciso de uma casa maior, com espaço gourmet para ter mínimas condições de aprender a cozinhar.

Ele então me explicou sou eu mesmo quem crio necessidades que não são nada além de projeções e desejos dispensáveis, que me mantêm adoecido e angustiado, consumindo o que não preciso, para mostrar o que não sou, a pessoas que não se importam.

Solenemente Ele afirmou que eu não posso passar a minha vida servindo a dois senhores, não posso dizer que a Ele dei meu coração se a maior parte de meus pensamentos, planos, ocupação, motivação são dedicados ao desejo de ter mais Dinheiro para poder realizar mais sonhos dispensáveis.

Depois, disse ainda que eu podia buscar antes de tudo o Reino de Deus e explicou que eu deveria viver a vida em paz, fazendo tudo de modo a mostrar a realidade deste Reino, que se vê a partir de valores de vida. Disse que o Reino de Deus se manifesta na maneira como vivo, como faço negócios, como trato as pessoas, etc.

Por fim, para me certificar, retoricamente balbuciei pra ver se eu entendi que então eu não deveria chamar de necessidade o que é apenas desejo ansioso de ter e ostentar o que de fato eu não preciso; que eu deveria criar um gatilho em meu consumo, que deveria perguntar se realmente preciso do que estou comprando ou planejando comprar; que eu preciso tratar minhas emoções que me dizem que eu preciso me bancar porque ninguém vai me ajudar nisso.

Mas e amanhã? Será que eu vou ter, amanhã?

 Jesus então terminou dizendo que a cada dia bastam as dificuldades daquele dia; que o amanhã será como hoje, com os mesmos desafios de fé e ocupação correta; que o Pai que cuida hoje, cuidará amanhã também e por isso eu posso me concentrar no hoje, no agora.

Ele sorriu com confiança e ternura e disse que eu podia viver em paz, porque Ele vai cuidar do que eu realmente preciso enquanto eu me dedico a viver o que realmente importa.

aprendendo um pouco mais 


O compromisso cristão não é abstração. É um jeito de ser concreto, visível, corajoso e formidável, num mundo forjado por escolha diárias consistentes com a verdade interior. O compromisso que não é visível no serviço humilde, no discipulado sacrifical e no amor criativo é uma ilusão. (Como diz o Pr. Paulo Jr. “o amor tem massa”)

Jesus Cristo não tinha paciência com ilusões e o mundo não tem nenhum interesse em abstrações. 

"E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou sua casa sobre a areia" (Mt 7:26). Se nos esquivarmos destas palavras de Jesus, a vida espiritual não será nada mais do que fantasia.

Se quiser saber em que uma pessoa acredita de fato, não ouça apenas o que ela diz, observe o que faz.

Em um episódio emblemático, Jesus anunciou que não tinha vindo para buscar os “certinhos”, mas os pecadores. Então, prosseguiu partindo o pão com um pecador muito conhecido, Zaqueu. Por meio da comunhão à mesa, Jesus dramatizou sua paixão pelo Pai, cujo amor indiscriminado permite que a chuva caia igualmente sobre homens honestos e desonestos. Incluir pecadores no compartilhar da refeição é uma expressão dramática do amor misericordioso do Deus redentor. (Sua celebração da ceia tem sido assim?)

Jesus reforçou suas palavras com ações. 
Ele não se intimidava com figuras de autoridade. 

Parecia imperturbável com as queixas da multidão por estar violando a lei, indo à casa de um pecador. Jesus quebrou a lei das tradições quando o amor às pessoas o exigiu.

Uma vida de integridade tem impacto profético mesmo sobre os cínicos. E isso é que tem faltado na vida da igreja em sua maioria. Voltemos a Jesus como nosso modelo de vida!!!

Juliano Fabrício na nova série #provocações
[toda segunda uma nova provocação]


Não sou religioso
Não sou denominacionalista
Não sou fundamentalista
Não sou liberal
Não sou protestante
Não sou evangélico
Não sou e não estou debaixo de nenhuma visão, filosofia ou mover da moda.
Não ostento nenhum titulo
Não sou sei lá o que mais…

....

Sou um ser humano tentando seguir Jesus de Nazaré no chão da vida pra quem sabe ser chamado de cristão por conta de me parecer com Cristo.

Sou filho, sou irmão, sou marido, sou pai, sou tio, sou primo, sou amigo.

Sou um cuidador, cuidando e se deixando cuidar.

Sou parte de uma Rede do Bem com todos os que fazem o bem a todos.

Sou Igreja com os que Igreja são no chão da vida.

Juliano Fabrio
 em uma  conversa com o
 inspirador Carlos Bregantim.

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