Sem vergonha do corpo que tem, da cor da pele ou da textura do cabelo,

Afinal de contas a beleza do arco-iris está na sua multicor.

Não tem vergonha de ser feliz, em um mundo de tristezas,

Não tem vergonha de estudar, crescer, trabalhar, em busca de um sonho,

Enquanto outras apenas deixam a vida passar, como se amanhã nunca fosse chegar.

MULHER BOA É A MULHER SEM VERGONHA...

Sem vergonha de expressar o que pensa, pois sabe muito bem usar as curvas que tem,

Não do corpo, que por muitas vezes esconde a verdadeira beleza, Invisível aos olhos, mas facilmente percebidas em suas ações.

É aquela que sabe usar as curvas do cérebro.

É a mulher inteligente, que pensa e sabe que a ferramenta mais sexy que tem, fica dentro e não fora dela.

MULHER BOA É A MULHER SEM VERGONHA...

Sem vergonha de crer, no mundo dos descrentes,

Sem vergonha de insistir no mundo dos desistentes,

Sem vergonha de ser original, no mundo das cópias baratas,

Sem vergonha de ser diferente, no mundo dos parecidos.

MULHER BOA É A MULHER SEM VERGONHA...

Sem vergonha de ser pessoal, em um mundo cada vez mais digital

Sem vergonha de enfrentar, enquanto muitos fogem,

Sem vergonha de ser em um mundo onde todos querem apenas ter,

Sem vergonha de amar, no mundo cheio de ódio

Sim... Esta mulher precisamos colocar no pódio.

Pois todas elas são as heroínas deste mundo, que passam muitas vezes desapercebidas em nosso meio.

Disfarçadas de esposas, mães, avós, tias, primas, amigas, irmãs.

*Por isso homens, prestem atenção, pois muitas delas estão bem próximo de nós, ao nosso lado.

Não deixe que as feridas ou problemas do passado te impeçam perceber.

Que todas estas mulheres são, sem dúvida, um presente de Deus para mim e pra’ você.



Há alguns dias, passei horas e horas ouvindo sermões, palestras e entrevistas de Martin Luther King Junior. Confesso meu total fascínio pela vida, obra e legado desse pastor batista que certamente representava, não uma religião, mas a humanidade. Em 3 de abril de 1968, véspera do seu assassinato, ele falou como profeta:

"Bem, agora não sei o que me acontecerá. Teremos alguns dias muito difíceis pela frente. Não tem importância para mim agora, porque eu já estive no topo da montanha. Não me importo. Como qualquer um, eu gostaria de ter vida longa. Longevidade tem o seu lugar. Mas não estou preocupado com isso agora. Eu só quero fazer a vontade de Deus. E ele tem me deixado ir ao topo da montanha, já posso enxergá-la; eu já vi a terra prometida. Talvez não chegue lá com vocês. Mas quero que saibam hoje à noite, que nós, como povo alcançaremos a terra prometida. Estou feliz nesta noite. Não estou preocupado com nada. Não estou com medo de nenhum homem. Meus olhos já viram a glória da vinda do Senhor."

No dia em que Nelson Mandela foi libertado na África do Sul, o mundo parou. Chorei ao ver o rosto sorridente de um homem que amargou 27 anos atrás das grades por jamais se dobrar ao inaceitável. Eu me sentia africano com os africanos. Nossa sede de justiça não deve ser igual à busca dos nossos direitos. Mesmo que não me alcance diretamente, tudo o que é certo merece o meu compromisso. Celebro sempre que os vergões da escravidão, as algemas da injustiça ou o preconceito da exclusão caem por terra. A história muitas vezes se arrasta, lenta e contraditória. Depois, como um raio, vem com o veredicto impressionante de que o mal não triunfará.

Não devemos ter medo de ser contraditos quando intolerância e preconceito perdem força. Lembro que Deus sorriu no dia em que as escravas trocaram seu lamento pelo riso, no dia em que os negros puderam andar de cabeça erguida, no dia em que não se sentirem diminuídos pelo ódio racial, no dia em que desmoronou a louca teologia que unia a maldição de Cã, filho de Noé, aos afro-descendentes.

Já vi a face do ódio. Eu pregava uma série de conferências em uma igreja pentecostal no sul dos Estados Unidos. Com a manhã livre, o pastor me convidou a acompanha-lo numa visita a um membro de sua comunidade que estava no hospital. Ao pé do leito, o pastor comentou que vinha notando a ausência do homem e lhe perguntou por que motivo faltava aos cultos. O doente respondeu com os olhos baços: “Não volto naquela igreja enquanto negros continuarem frequentando os cultos”. “Mas os negros também são filhos de Deus”, retrucou o pastor. Mal acreditei no racismo que brotava dos lábios de um pseudo-cristão: “Nunca. Negros não são filhos de Deus. Eles não têm alma”. Envergonhado, o meu amigo abreviou a conversa. Saímos cabisbaixos. No trajeto de volta até o hotel, não trocamos nenhuma palavra de tão constrangidos.

A Ku Klux Klan não prevaleceu. Rosa Parks, a costureira do Alabama que teimou em não ceder o lugar no ônibus para um branco, hoje sorri de alegria. Depois de décadas, fez-se justiça a Medgar Evers, covardemente assassinado no Mississipi. Martin Luther King não cessa de ser citado como um homem que tomou a não-violência como bandeira. A história cospe os odiosos para a sarjeta do esquecimento.

Sinto-me privilegiado sempre que testemunho pequenos – e grandes – avanços nos direitos civis, na inclusão de excluídos e no reconhecimento da dignidade humana. Todas as vezes que o certo, o justo e o direito vencem na longa – oblíqua e muitas vezes esburacada – estrada da humanidade, repito para mim mesmo o que Jesus prometeu: “os mansos herdarão a terra”.


Ps: Considero este, entre tantos outros textos que você já escreveu, uma espécie de texto-testamento, no qual está registrado o seu compromisso com a humanidade, com o oprimido, com amor. Esta é a memória que você tem construído para si: um cristão que, apesar de todas as oposições institucionais e inquisicionais, tem se comprometido com o fundamento do evangelho – o amor – até a última consequência. Sua vida me inspira.


Eis aqui, portanto, o seu "Jesus original",

o seu "simples e inofensivo mestre da justiça",

cujo sermão do Monte contém "ética simples e nenhum dogma"!

Ele ensina com a autoridade de Deus e declara a lei de Deus. Ele espera que as pessoas edifiquem a casa de suas vidas sobre as palavras dele, e acrescenta que só aqueles que o fazem são sábios e estarão seguros. Ele diz que veio para cumprir a lei e os profetas. Ele é o Senhor que deve ser obedecido e o Salvador que concede bênçãos. Ele se coloca no papel central do drama do dia do juízo. Ele fala de Deus, chama-o de seu Pai num sentido único, e finalmente dá a entender que faz o que Deus faz, e que o que as pessoas lhe fazem estão fazendo para Deus.

Não se pode fugir do que em tudo isso implica.

As reivindica­ções de Jesus foram verdadeiramente expostas com tanta natura­lidade e modéstia e de maneira tão indireta que muitas pessoas jamais as percebem. Mas estão aí; não podemos ignorá-las e ain­da assim manter a nossa integridade. 

Ou elas são verdadeiras, ou Jesus sofria de uma coisa que C. S. Lewis chamou de "megalo­mania aguda". Mas poderia alguém defender seriamente que a ética sublime do Sermão do Monte é produto de uma mente per­turbada? É preciso um alto grau de cinismo para chegar a tal conclusão.

A única alternativa é aceitar Jesus ao pé da letra, e suas reivin­dicações pelo que realmente são. 

Neste caso, devemos aceitar o seu Sermão do Monte com seriedade extrema, pois aqui está o quadro que ele apresenta da sociedade alternativa de Deus. São os padrões, os valores e as prioridades do reino de Deus. Com demasiada frequência, a Igreja tem se afastado deste desafio, mergulhando numa respeitabilidade burguesa e conformista. Nessas ocasiões fica quase impossível distingui-la do mundo: perde a sua salinidade, a sua luz se extingue e ela repele todos os idealistas, pois não dá evidências de ser a nova sociedade de Deus que já está desfrutando das alegrias e do poder da era vin­doura. Só quando a comunidade cristã viver pelo manifesto de Cristo é que o mundo será atraído e Deus, glorificado. Portanto, quando Jesus nos chama, é para isto que o faz, pois ele é o Senhor da contracultura!

Juliano Fabricio
relendo o sermão do monte
através do contra cultura de John R.W.Stott

*Uma estátua em tamanho natural retratando Jesus como um sem-teto está sendo exibida em Toronto Timothy Schmalz criou uma figura humana deitada em um banco de praça com um cobertor e revelando nos pés as feridas da crucificação.
Para alguns, Jesus é um anarquista, pois não tem nenhuma noção de governo civil.

 O governo lhe parece pura e simplesmente um abuso. Ele fala disso em termos vagos e como uma pessoa do povo, que não tem ideia alguma de política. Todo magistrado lhe parece um inimigo natural dos homens de Deus; anuncia aos seus discípulos rixas com a polícia, sem imaginar sequer que isso fosse motivo para se envergonhar. Mas nunca se nota nele a intensão de tomar o lugar dos poderosos e ricos. Ele quer aniquilar a riqueza e o poder, e não se apoderar deles. 

Prediz a seus discípulos perseguições e suplícios, mas não deixa entrever uma única vez o pensamento de uma resistência armada (...). Os fundadores do reino de Deus serão simples. Nada de ricos, nada de doutores, nada de padres: apenas mulheres, homens do povo, humildes, crianças. O grande sinal do messias é a “boa nova anunciada aos pobres” A natureza idílica e doce de Jesus chegava aqui ao seu auge. Uma imensa revolução social, em que as classes serão alteradas, em que tudo quanto é oficial neste mundo será humilhado, eis seu sonho. O mundo não acreditará nele; o mundo o matará. 

Lendo o interessante 
"Dossiê: O pensamento de Jacques Ellul"


Em um enorme caldeirão religioso, 
observo como muitas religiões reagem ao problema da dor. 

Os budistas ensinam uma serena aceitação do sofrimento, uma atitude que nós, moradores do ocidente hipocondríaco, certamente poderíamos aprender. 

Os hindus e os muçulmanos com frequência encaram o sofrimento com um espírito fatalista: para o hindu, ele resulta dos pecados de uma vida anterior. 

Para os muçulmanos, é a vontade de Alá. 

Para os crentes moderninhos ou é falta de fé, ou maldição, ou o não pagamento dos dízimos, ou também o explosivo e corrosivo mix de ganância/culpa e medo

Em contraste a tudo isso, temos uma resposta apresentada por Jesus: 

devemos confiar na bondade de Deus, a despeito do sofrimento e da injustiça que vemos ao nosso redor, e, ainda assim, fazer tudo que estiver ao nosso alcance para aliviar esse sofrimento enquanto vivemos nesta terra. 

Paulo, (o cara da foto acima)
 e muitos outros foram exemplos vivos dessa atitude.

“Deus deixa-se empurrar para fora do mundo até a cruz; Deus é impotente e fraco no mundo e exatamente assim, ele está conosco e nos ajuda. Em Mateus 8.17 está muito claro que Cristo não ajuda em virtude da sua onipotência, mas da sua fraqueza, do seu sofrimento. Neste ponto reside a diferença decisiva em relação a todas as religiões. A religiosidade do ser humano o remete, na sua necessidade ou aflição, ao poder de Deus no mundo. Este Deus é o deus ex-machina. A Bíblia remete o ser humano à impotência e ao sofrimento de Deus; somente o Deus sofredor pode ajudar. ” [Resistência e Submissão - cartas e anotações escritas na prisão" de Dietrich Bonhoeffer]

Alguém com razão escreveu em algum lugar:

"Deus não veio explicar o sofrimento;
 ele veio preenchê-lo com sua presença".

"O Evangelho cristão ensina que o homem é responsável - assustadoramente responsável - na sua liberdade em relação a um Deus cuja força atinge a perfeição na fraqueza e no sofrimento."  John Robinson

Juliano Fabricio
um sofredor confesso.


"Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens",

O que significa realmente:

"Cuidado! Não pratiquem seus deveres religiosos em público a fim de serem vistos pelos outros."

Enfim... devemos

"mostrar quando tentados a esconder"
e
"esconder quando tentados a mostrar”

Nossas boas obras devem ser pú­blicas para que a nossa luz brilhe;
nossa devoção religiosa deve ser secreta para não nos vangloriarmos dela.


Juliano Fabricio
em dicas de comportamento!!!

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