Será que somos importantes? Aqui na terra, Deus experimentou na carne por 33 anos o que é ser um de nós. Nas histórias que contou e nas pessoas cuja vida tocou, Jesus respondeu de uma vez por todas a essa pergunta.

Jesus disse que Deus é como um pastor que deixa 99 ovelhas no aprisco para ir em busca frenética da única que se perdeu; como um pai que não consegue parar de pensar no filho ingrato, mesmo tendo outro que lhe obedece e o respeita; como um anfitrião rico que abre as portas da sala de banquete para um bando de pedintes e vagabundos. Deus ama as pessoas não como raça ou espécie, mas como você e eu as amamos: uma de cada vez. Somos importantes para Deus. Num breve momento em que Jesus puxou a cortina entre o mundo visível e o invisível, ele disse que os anjos se alegram com cada pecador que se arrepende.

Um ato solitário que acontece neste pequeno planeta reverbera por todo o cosmo.

Em seus contactos sociais, Jesus saía do caminho normal para abraçar os não amados e indignos, aqueles sem muita importância para o resto da sociedade, mas muito importantes para Deus.

As pessoas com lepra, em quarentena fora dos muros da cidade, Jesus tocou-as mesmo que os seus discípulos retrocedessem com repulsa. À mulher de raça mista que já tinha tido cinco maridos e com certeza era o alvo preferencial da das pessoas maldosas da cidade, Jesus fez dela a primeira missionária. Outra mulher, envergonhada demais com a sua condição humilhante para se aproximar de Jesus face a face, tocou na sua roupa, torcendo para que ele não notasse. Mas ele notou a sua presença. Ela aprendeu como tantos outros "desconhecidos", que não é fácil escapar do olhar de Jesus. Somos importantes demais.

Li hoje o romancista Reynolds Price, e ele disse que há uma frase que toda a humanidade anseia escutar: "O Criador de todas as coisas ama-me e quer-me". Essa foi a frase que Jesus proclamou, tão alto quanto um doce trovão. O Criador de todas as coisas é o Criador de todos os seres humanos, uma espécie ímpar que ele inexplicavelmente considerou digna de atenção e amor individual. Ele demonstrou esse amor em pessoa na Palestina e por fim numa cruz.

Juliano Fabricio

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