· Cristianismo é, em sua essência, CONTRACULTURA. Além da grande obra de salvação e redenção da humanidade, Jesus quebrou diversos tabus e convenções, revolucionando todas as áreas da existência humana, desde a questão de relacionamentos interpessoais, ao relacionamento homem-mulher, a redenção da mulher na sociedade, o cuidado preferencial para com os fracos (órfãos, viúvas), a preocupação para com os pobres. Não é à toa que Jesus é considerado mártir também para grupos underground não ligados ao cristianismo: uns dizem que ele foi o primeiro hippie, outros dizem que foi o primeiro comunista (no melhor sentido de justiça social atribuído ao termo), outros dizem que Jesus foi punk etc. Infelizmente, porém, desde o século III, com a conversão do imperador romano Constantino ao cristianismo, a igreja cristã aliou-se, em diversos momentos, ao poder dominante, e sofreu todas as conseqüências, na maioria negativas, desse envolvimento. Assim, em diversos momentos da história percebe-se a igreja defendendo mais interesses ligados às classes dominantes do que as propostas transformadoras do cristianismo. Dentro do ramo evangélico, por exemplo, vê-se quão distante tornou-se a igreja do próprio significado da palavra protestante.

· No século XX, os grandes protestos e manifestações sociais contra a opressão, o machismo, o racismo, a discriminação, a violência, as ditaduras etc, partiram, principalmente, da sociedade secular. Uma das razões disso é um pensamento dualista da igreja, preocupada prioritariamente com a salvação, colocando outras questões da realidade humana como sendo de uma esfera não espiritual. Entretanto, embora a Bíblia nos ensina a viver na expectativa de uma vida plena e incorruptível após a segunda vinda de Cristo, a mesma Palavra nos mostra que o Evangelho de Jesus é holístico, ou seja, preocupa-se com o ser humano em sua totalidade: corpo, alma e espírito. Portanto, é função da igreja não apenas levar as pessoas a experimentarem uma relação pessoal com Cristo, como também promover a justiça social e a luta contra todas as formas de opressão.

· Felizmente sabemos que Deus nunca deixou-se ficar sem testemunho. Assim, no meio do contexto da contracultura no século XX, vemos diversas manifestações genuinamente cristãs.


MANIFESTAÇÕES CRISTÃS dentro da contracultura dos ANOS 50 e 60.

· Anos 50 e 60: ROCK CRISTÃO. Ao contrário do que muitos pensam, o rock cristão não é nenhuma novidade dos anos 80, ou sinal da transformação cultural do final do século XX. O rock cristão existe desde os primeiros anos do surgimento desse ritmo, na década de 50: LARRY NORMAN, um cantor norte-americano, cantava rock com letras cristãs objetivando a evangelização.

· Anos 50 e 60: a luta pelos DIREITOS CIVIS dos negros. Um jovem pastor negro batista, MARTIN LUTHER KING, revolucionou o mundo com sua pregação sobre os negros norte-americanos resistirem sem violência diante das investidas policiais. Conquistou a simpatia e a adesão de milhares de pessoas ao redor do mundo, sendo agraciado, em 1964, com o prêmio Nobel da Paz. A militância de Luther King foi fator decisivo para a transformação da realidade racista excludente norte-americana.

· A década de 60 viu surgir, também, movimentos como os JOVENS com uma MISSÃO-JOCUM, com propostas de evangelização e trabalho completamente inovadoras e pioneiras para padrões convencionais de então. O incrível crescimento da JOCUM (atualmente estabelecida em aproximadamente 160 países ao redor do mundo), se por um lado trouxe incontáveis conquistas e vitórias, por outro levou a um afastamento da visão revolucionária inicial. Isso foi discutido, em 2004, no congresso intitulado RAÍZES, realizado na base de Contagem-MG. Como já dizia o próprio nome, o congresso teve por objetivo avaliar a atual postura da JOCUM e conclamar ao resgate do sonho inicial alternativo da missão.

· Final da Década de 60: o MOVIMENTO de JESUS. Também conhecido como JESUS REVOLUTION (Revolução de Jesus). O Movimento Hippie foi composto por milhares de jovens que abandonaram um estilo de vida considerado burguês, e foram à busca de uma sociedade mais livre, justa, igualitária, uma sociedade de Paz e Amor. Entretanto, os caminhos e formas utilizados para tal conquista (sexo livre, uso de alucinógenos etc), aliados à ausência de um projeto objetivo de transformação, levaram à saturação e frustração do sonho. O sonho acabou, sintetizou John Lennon em 1970. Mas o mais fantástico dessa história é que, para muitos daqueles jovens, o sonho estaria apenas começando. E foi um fenômeno ocorrido simultaneamente em diversas partes do mundo: milhares de jovens, nas ruas ou nas comunidades alternativas, acabaram tendo, por si mesmos, um encontro com Jesus. Isso ocorreu sem nenhuma liderança cristã ou nenhum projeto de “evangelização dos hippies”. Podemos, inclusive, entender isso como uma onda de avivamento derramada por Deus sobre aqueles que, verdadeiramente, buscavam a essência da liberdade. Deus manifestou-se diretamente àqueles que, verdadeiramente, o procuravam, mesmo eles tendo feito esta busca inclusive dentro do panteão religioso hindu e de filosofias não-cristãs orientais. O fenômeno da conversão em massa de hippies chamou a atenção da mídia e da igreja da época. Em 1970 a revista TIME fazia reportagem especial sobre o assunto, mostrando, na capa, uma cerimônia de hippies sendo batizados no oceano pacífico. Algum tempo depois, o renomado e respeitado pastor Billy Graham (que não era ligado ao movimento), lançava um livro, Jesus e a Geração Jovem, em que expunha, analisava e endossava como sendo genuinamente cristã a Revolução de Jesus.

COMUNIDADES HIPPIES CRISTÃS e outras manifestações advindas da Revolução de Jesus.

· Em 1970 já existiam aproximadamente 170 comunidades hippies cristãs ao redor do mundo, inclusive no Afeganistão.

· Em 1971 é fundada, na cidade de São Gonçalo-RJ, a COMUNIDADE CRISTÃ S8, pelo Pr. Geremias Fontes e sua esposa Nilda . Geremias era Governador do estado do Rio de Janeiro em plena ditadura militar no Brasil, ligado à ARENA, o partido de apoio ao governo. Um problema familiar, entretanto, viria a transformar sua vida radical e definitivamente: um de seus filhos envolveu-se com drogas. Não tendo nenhum apoio da igreja onde ele então congregava, Geremais passou a acompanhar seu filho, e os amigos drogados do mesmo, na garagem de sua casa. Esse grupo inicial livrou-se da dependência das drogas ao mesmo tempo em que teve experiências com Jesus. Formado basicamente por jovens ligados à cultura hippie da época, o grupo levou à criação da S8, que tornou-se a igreja cristã para onde íam os drogados, os músicos, os artistas e hippies nos anos 70. A S8 constituiu, literalmente, algumas comunidades hippies cristãs naquela década: eram casas, lideradas pela Tia Leta, em que vários jovens viveram juntos. Além desta realidade pioneira, a S8 marcou a cultura hippie e a igreja evangélica com uma produção musical inovadora e altamente criativa, lançando seis discos entre os anos 70 e 80. A S8 existe até hoje, tendo ainda a presença de Geremias e Nilda, e serve de inspiração, modelo e influência para a maioria das comunidades e grupos alternativos cristãos que vieram após ela.

· Em 1972 surge, nos Estados Unidos, a JESUS PEOPLE USA, formada pelo casal hippie de músicos Glen Kaiser e Wendy. Kaiser, autêntico hippie norte-americano, teve uma experiência com Jesus, em que este lhe dizia que ele formaria uma banda através da qual muitos jovens conheceriam a Jesus. Sua companheira Wendy também se converteu, eles se casaram e formaram a Comunidade Jesus People USA e a RESSURRECTION BAND, esta no melhor estilo rock geração woodstock e anos 70. A Jesus People, além de intenso trabalho de evangelização, destacou no cenário evangélico em geral por também envolver-se ativamente em diversas questões de cunho social, desde passeatas contra a violência contra as crianças, até o trabalho de recolhimento, cuidado e restauração de moradores de rua. Ela também existe até hoje, situada em um pequeno conjunto de prédios em um bairro underground da cidade de Chicago. Lá vivem atualmente cerca de 400 pessoas, entre idosos, deficientes físicos, mães solteiras, crianças, além de jovens e adultos vindos das mais diversas realidades sociais. A Comunidade se auto-sustenta através de sua marcenaria, serviços de reparos em telhados, uma revista mensal, uma gravadora de discos etc. Além disso, eles possuem uma fazenda onde realizam, todos os anos, no mês de julho, um festival, chamado Cornestonne, que chega a reunir mais de 150 bandas cristãs (a maioria de rock) do mundo inteiro, além de atividades para as crianças e toda a família.

· Um outro grupo mundialmente conhecido também foi fruto da primeira geração da Revolução de Jesus: os MENINOS de DEUS. Este grupo, nos anos 70, fez um genuíno trabalho de alcance dos jovens hippies, porém, anos depois, fez uma interpretação teológica das escrituras de forma a permitir o sexo livre, inclusive a prática da pedofilia, desviando-se completamente da doutrina cristã bíblica e constituindo-se como seita. Nos anos 80, diversas denúncias sobre atos de pedofilia praticados pela liderança das comunidades levaram a seita a vários processos em alguns países do mundo. As altas indenizações a que foram obrigados a pagar, aliadas à fiscalização policial, além da desaprovação popular, fizeram a seita a praticamente encerrar suas atividades. Hoje ela existe, em número menor e mais discreta, utilizando outro nome. É, infelizmente, uma página triste na história da contracultura cristã: um grupo que começou na onda avivalista da Geração de Jesus mas acabou por desviar-se ao adotar posturas claramente anti-bíblicas.

· Nos anos 70 tivemos ainda, no Brasil, o trabalho do pastor TIO CÁSSIO, em São Paulo; da igreja Batista PENIEL, em Belo Horizonte; e do grupo musical REBANHÃO, que revolucionou a música cristã brasileira ao introduzir ritmos regionais, tais como o baião. Músicas como aquela que canta o refrão “eu era magro que dava dó...”, que hoje soam quase como ingênuas, foram, à época, rechaçadas pela igreja convencional. No plano internacional, vale citar o trabalho da banda PETRA, que fez um rock e uma performance, em suas apresentações, bastante arrojado para o padrão aceito pela igreja convencional de então.

· A década de 80 foi marcada, no cenário alternativo cristão mundial, pelo surgimento do WHITE METAL. Naquele período, a música black metal conquistava milhares de jovens, com letras claramente alusivas ao satanismo, suicídio, uso de drogas, violência etc. Em 1984, nos Estados Unidos, a banda TROUBLE lançou seu primeiro disco, o PSALM 9 (Salmo 9). O LP chamou a atenção da mídia por dois motivos: primeiramente por ter saído em vinil branco (por um acaso da gravadora, sendo que a cor habitual dos discos era o preto); em segundo lugar porque, apesar de ter um ritmo black metal, suas letras falavam de paz, esperança e Jesus! Estes fatores levaram a mídia a batizar o novo fenômeno de White Metal (metal branco), numa clara contraposição ao Black Metal (metal preto). Simultaneamente surgiram diversas bandas que, em seus shows, falavam de Jesus e distribuíam bíblias aos jovens. BOB BEEMAN, um pastor identificado com a cultura metal, passou a acompanhar esses shows, discipular os jovens membros das bandas white, e enviar às igrejas aqueles que íam se convertendo. Porém, algum tempo depois, constatou-se que as igrejas não sabiam receber e tratar essa nova geração. Isso levou ao surgimento da SANCTUARY CHURCH (Igreja Santuário), liderada pelo Beeman, para acolher aqueles jovens. A Santuary também ainda existe.

· No Brasil, nos anos 80, tivemos o surgimento de dois grupos claramente voltados para a juventude alternativa: a COMUNIDADE EVANGÉLICA ÁGAPE, em Belo Horizonte; e a IGREJA RENASCER EM CRISTO, em São Paulo. Na Renascer surgiram, inclusive, bandas como a KATSBARNÉA, com uma música e um trabalho de evangelização totalmente inovadores para o padrão evangélico de então. Porém, infelizmente, menos de dez anos após as suas fundações, ambos os grupos já haviam abandonado a proposta alternativa inicial e tornado-se instituições cristãs nos mesmos moldes das igrejas convencionais.

· Ainda nos anos 80 tivemos, na cidade de Curitiba-PR, o pioneiro trabalho de uma jovem, conhecida como BUGRA, junto aos hippies e moradores de rua da cidade. Seu trabalho se mantém até hoje, completamente identificado com a população marginalizada.

· No início da década de 90, as diversas vertentes da música heavy metal formavam a maior manifestação de contracultura urbana no Brasil. Belo Horizonte, por ser berço de bandas mundialmente conhecidas, como Sepultura e Overdose, era considerada como a Capital Nacional do Heavy Metal. Em 1991, alguns jovens evangélicos começaram a se encontrar por causa de um gosto em comum: o white metal. Eles trocavam, entre si, informações e material de bandas do estilo, principalmente da norte-americana Strypper. Desses encontros surgiu a consciência da necessidade de se evangelizar a galera metal da cena secular. Em 1992 eles começaram a orar pedindo a Deus que lhes enviasse uma liderança envolvida com essa questão. No meio do ano, após contatos por cartas e telefonemas, chegam à cidade, vindos de Londrina-PR, o pastor FÁBIO de CARVALHO (26 anos de idade), sua esposa TÂNIA, e seus dois filhos. Vários jovens viriam a se converter através dos contatos feitos durante os shows semanais das bandas seculares, e foi fundado o MINISTÉRIO SANTUÁRIO. Uma comunidade evangélica situada na zona sul da cidade, área de concentração dos bangers (turma que curte heavy metal ), cedeu seu espaço para a realização de shows evangelísticos aos sábados. Batizado de REFÚGIO do ROCK, este trabalho viu o surgimento das primeiras bandas nacionais de trash metal (um dos estilos dentro do heavy metal): SAVED, TRIBAL, JOKER. Centenas de jovens foram evangelizados dentro de sua própria linguagem e cultura alternativas, e muitos se converteram ao cristianismo. Conseqüentemente, amigos e familiares também iam sendo alcançados. Além disso, pessoas de outras tribos também passaram a adotar o Santuário como sua igreja: homossexuais, punks, esotéricos, portadores do HIV etc. Essas diferentes pessoas tinham algo em comum: queriam Deus e transformação em suas vidas, mas não conseguiam se encaixar nos moldes culturais restritos das igrejas convencionais. O objetivo inicial do Santuário era apenas ser um ministério para ajudar as igrejas locais a alcançar, acolher e discipular a juventude alternativa. Três anos depois, entretanto, após várias tentativas, chegou-se à conclusão de que isso era, pelo menos naquela época, impossível. Esta constatação levou à decisão de o ministério tornar-se, oficialmente, uma igreja. Aliás, a maioria dos jovens pertencentes ao trabalho já consideravam o Santuário como sua igreja e tinham o FÁBIO como seu pastor (a propósito, Fábio era convertido há dez anos, e já havia sido consagrado como pastor, em 1990, na Comunidade AMID – Associação Missionária Integração e Discipulado, na cidade de Foz do Iguaçu-PR). Fábio, então, convidou outro pastor, Eduardo (não identificado com a cultura undergrond), para assumir com ele o trabalho com o grupo. Após dois meses de oração, Eduardo decidiu unir-se ao grupo e, em junho de 95, foi feita a primeira reunião oficialmente como uma nova comunidade cristã alternativa. A comunidade ficou dois anos sem nome, devido à preocupação de não se levantar mais uma placa, mais título, mais uma denominação. Em 1997, porém, pastor Eduardo comentou, durante um culto, ter achado muito semelhante à realidade da comunidade, a história registrada em I Samuel 22, versos um e dois, que narra o refúgio de Davi, fugindo do rei Saul, na CAVERNA de ADULÃO, e seu conseqüente cuidado dos endividados e amargurados de espírito que foram para a caverna viver com ele. No final de 2001 a Caverna de Adulão uniu-se a uma igreja de perfil mais convencional, chamada Rocha Eterna. O principal objetivo desta fusão foi apregoar e vivenciar a possibilidade real de unidade entre as igrejas cristãs, promovendo unidade no Corpo de Cristo. Esta união foi registrada, em cartório, com a sigla ARCA – Aliança Rocha e Caverna de Adulão.

· Nos anos 90 surgiram centenas de bandas heavy metal cristãs, e algumas outras comunidades alternativas ligadas a essa sub-cultura, como a METANÓIA (Rio de Janeiro, capital), e a ZADOQUE (São Paulo, capital). A Zadoque, porém, tem sido constantemente criticada por ter adotado uma postura contrariamente oposta ao ideal de comunidade alternativa cristã: o isolamento. Infelizmente ela não busca nenhum vínculo ou comunhão, não apenas com a igreja convencional, como também com o próprio cenário alternativo cristão. Paradoxalmente, o que se vê é uma igreja alternativa absorvendo um dos piores males da igreja convencional: o levantamento da bandeira de suas denominações.

· No ano 2000 realizou-se, na Comunidade S8, o I CONGRESSO NACIONAL UNDERGROUND CRISTÃO. O II CONGRESSO, realizado em 2003, em Vila Velha-ES, revelou a ausência de líderes preparados para lidar com a questão underground. Essa discussão deu origem à ESCOLA de MISSÕES URBANAS UNDERGROND AVALANCHE. A escola iniciou suas atividades no ano seguinte e, nos mês de novembro, formou seus vinte primeiros alunos. O III CONGRESSO aconteceu em Contagem-MG e o IV será realizado, no próximo mês de julho, na cidade de Palmas-estado do Tocantins. A escolha desta cidade tem como objetivo conhecer e apoiar diversos trabalhos alternativos que têm surgido no norte e no nordeste do país.

· Perfil atual: diversos grupos alternativos cristãos existem atualmente no país: o REFÚGIO-TOCA, em Cambé-Londrina-PR; o CASULO, em Patos de Minas-MG; o REFÚGIO TRIBAL, em Montes Claros-MG; a CAVERNA do ROCK, em Juiz de Fora-MG; a COMUNIDADE da BÍBLIA (hippies de Cristo), em São José dos Buritis-MG; o TRIBAL GENERATION, em Uberlândia-MG; o GRITO de ALERTA, em Ipatinga-MG; o ministério KARPÓS (ligado à cultura do RPG), e o LEÃO de JUDÁ (motociclistas de Cristo), ambos da cidade do Rio de Janeiro; a COMUNIDADE ALTERNATIVA RESTAURAR, em São Gonçalo-RJ; o MILÍCIA MISSÕES URBANAS, em Vitória-ES e Campos-RJ; o CEIFA de MORTAIS, em Vitória-ES; o 12 TRIBOS, em Cachoeiro do Itapemirim-ES; a comunidade ZOE, em Palmas-Tocantins; e diversos outros.

· É mister registrar, também, a atual e surpreendente participação e apoio de igrejas históricas, principalmente a PRESBITERIANA, às comunidades e trabalhos alternativos em diversas partes do país. No estado do Maranhão, por exemplo, a I IGREJA BATISTA da cidade de IMPERATRIZ abriga e apóia o MINISTÉRIO UNDERGROUND REMANESCENTE.

· IMPORTANTE: é bom frisar que entendemos como comunidade alternativa cristã não um gueto formado por jovens ligados à uma mesma sub-cultura, mas um espaço que possibilite e celebre a diversidade. São comunidades que podem ter alvos bem específicos de evangelização, mas que possibilitem a coexistência, em comunhão, das mais diferentes pessoas. Lembrem-se: o Brasil é o país que possui a maior diversidade étnica do mundo, com conseqüente diversidade cultural. Esta maravilhosa característica precisa ser reconhecida dentro de nossas igrejas.

Aprendi tudo isso e muito mais no modulo de contra cultura com o Pr. Geraldo Luiz Silva – plantadores de Igreja

3 Comentários - AQUI:

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  • Caraca brother, artigo muito proveitoso e que nos faz entender muitos movimentos ao longo da caminhada cristã. Creio que a Igreja onde congrego tenha nascido dentro desse modelo contracultural.

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