Joás, quando ainda era um bebê, teve toda sua família exterminada. Mas sua vida foi preservada por ação do sacerdote Joiada, que também foi responsável por, mais tarde, estabelecer Joás como rei de Judá. Nos primeiros anos de seu reinado, Joás trabalhou em conduzir Judá a Deus, promovendo a reparação do Templo. Ele fez o que era reto aos olhos do Senhor, durante todos os dias do sacerdote Joiada. Todavia, após a morte do sacerdote, Joás deixou o Senhor, e levou Israel a se corromper. Vários profetas advertiram Joás, inclusive Zacarias, filho de Joiada. Mas o rei “não se lembrou da beneficência que Joiada, pai de Zacarias, lhe fizera; porém matou-lhe o filho” (II Cr. 24:22). 

Como pode alguém se corromper tão rapidamente? Ora, isso ocorreu com Joás porque o temor do Senhor ainda não era algo firmemente assentado em sua identidade. Se o fosse, Joás não se deixaria corromper com tanta facilidade. E, embora tenha demonstrado fidelidade a Deus, o rei não deixou que a benéfica influência de Joiada lhe moldasse a identidade. 

Muitas vezes estamos cercados de boas influências. Gente fiel a Deus, que nos fala a verdade, que é exemplo para nós. E até mesmos recebemos essa boa influência, deixando que nossas condutas sejam moldadas. Contudo, ter a conduta certa nem sempre quer dizer que ela parte de quem nós somos na profundidade. Por isso precisamos estar atentos a todos os sinais que indicam como está o nosso coração. Precisamos ser profundos para identificar esses sinais. 

Acredito que servir sem alegria é um sinal que mostra o quanto o serviço ainda não é um traço do nosso interior. Receber a disciplina exteriormente, mas rejeitá-la no coração, também é um sinal ao qual devemos estar atentos. Não se alegrar em receber uma repreensão também é um mal sinal, pois o salmista fala “Fira-me o justo, será isso uma benignidade; e repreenda-me, será um excelente óleo” (Sl. 141:5). 

Portanto, não se satisfaça em viver uma vida com condutas certas, mas que não partem do coração. Deixe que as boas influências (seja a da Palavra, seja a quem vem por meio dos relacionamentos) moldem sua identidade. Não se contente em apenas servir. Sirva com a alegria. Sinta-se amado por Deus ao ser disciplinado. Receba com alegria a repreensão. Se você percebe que essas coisas ainda não fazem parte de você, busque a Deus em oração, abra o seu coração com quem possa te ajudar e se exercite nisso. 

Juliano Fabricio via

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