A igreja começa a pagar caro por honrar a quem não merece respeito. Hoje o Brasil pede para que um pastor seja retirado de função pública intimamente relacionada ao cristianismo. Marco da influência cristã na cultura do Ocidente. Cargo perfeito para quem conhece a Cristo e o conceito cristão referente à dignidade da vida humana. Lutar pelos direitos humanos é coisa de quem conhece o livro de Gênesis e a cruz.

A rejeição deveria ser encarada por todos como o juízo divino sobre uma igreja que tem brincado de religião, desperdiçando oportunidade rara de conduzir milhares a Cristo, uma vez que em poucas ocasiões da história pode se ver tantos tão abertos à mensagem do evangelho como observamos no Brasil.

Precisamos de urgente reforma no púlpito. Pastores que estudem, leiam jornal, revelem sensibilidade cultural, amem mulher e filhos, possuam espírito público, tenham compaixão pelo pobre, preguem as Escrituras, saibam conviver com o pluralismo de idéias, encarnem a vida de Cristo.

Será que a voz das ruas trará mais sobriedade, sensibilidade, verdade, bom senso aos pregadores brasileiros? Veremos igrejas deixarem de ser condescendentes com pregação estúpida, descortês e que trata a própria comunidade da fé como se fosse composta por imbecis?

Antônio Carlos Costa é pastor presbiteriano e ativista do Rio de Paz.

PS1: Assista Antônio Carlos Costa, presidente do Rio de Paz e teólogo reformado, expor sobre a relevância da igreja num mundo que relativiza os direitos dos Homens. AQUI

PS2: Marcos Feliciano ao comparar-se a Martin Luther King soou presunçoso. Não duvido que este, se estivesse entre nós, lutaria ao lado das minorias em vez de posicionar-se por uma agenda ideológica e religiosa. Como ele temos em nossos dias pastores como Antonio Carlos Costa, Ed René Kivitz, Ariovaldo Ramos, Caio Fábio, porém, nenhum deles ocupa cargo político. Sem presidir qualquer comissão, estes e tantos outros têm feito um trabalho excepcional na defesa dos direitos humanos. 

PS3: Para completar a exposição negativa a que tem se submetido Marco Feliciano, o jornal O Globo divulgou vídeo em que ele aparece pedindo ofertas aos fiéis, estipulando quantias entre mil e quinhentos reais. Dentre os ofertantes há um tetraplégico e alguém que lhe passa o próprio cartão, mas não lhe dá a senha, recebendo dele o seguinte comentário: "É a última vez que eu falo. Samuel de Souza doou o cartão, mas não doou a senha. Aí não vale. Depois vai pedir o milagre pra Deus e Deus não vai dar e vai falar que Deus é ruim." O tom jocoso faz com que tal comentário pareça deboche, passando a impressão de que o pastor esteja se aproveitando da boa fé dos seus seguidores. Lamentável, vergonhoso e revoltante. 

Adaptado por Juliano Fabricio via: genizah e hermesfernandes

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