Os pecadores a quem Jesus dirigia a sua missão messiânica eram verdadeiros pecadores. 

Eles não tinham feito coisa alguma para merecer a salvação. Ainda assim, eles se abriram para o dom que lhes foi oferecido. Os presunçosos, em contrapartida, depositam sua confiança naquilo que fazem por merecer a partir dos próprios esforços, fechando o coração para a mensagem de salvação. 

Mas a salvação que Jesus prometeu não pode ser conquistada. Não pode haver barganha com Deus, como numa atmosfera trivial de mesa de pôquer: "Eu fiz isto, então você me deve aquilo". Jesus destrói totalmente a noção jurídica de que nossas obras exigem um pagamento em troca. Esse ensinamento está claramente estabelecido na parábola dos trabalhadores na vinha. Quando eles ficam sabendo que os homens que trabalharam apenas uma hora receberão o mesmo salário daqueles que labutaram o dia todo, os trabalhadores reclamam ao proprietário: 

"Estes homens contratados por último trabalharam apenas uma hora, e o senhor os igualou a nós, que suportamos o peso do trabalho e o calor do dia". Mas ele respondeu a um deles: "Amigo, não estou sendo injusto com você. Você não concordou em trabalhar por um denário? Receba o que é seu e vá. Eu quero dar ao que foi contratado por último o mesmo que lhe dei. Não tenho o direito de fazer o que quero com o meu dinheiro? Ou você está com inveja porque sou generoso?". Mateus 20:12-15 

Nossas obras insignificantes não nos dão o direito de negociar com Deus. Tudo depende da boa vontade do Senhor. A salvação oferecida por Jesus é puramente gratuita, dirigida especialmente para os que não têm nenhum direito a ela, aqueles que são tão conscientes de seu demérito que devem confiar na misericórdia de Deus. Os presunçosos acreditam que conquistam a salvação pelo cumprimento da lei. Recusando-se a deixar tal loucura, eles rejeitam o amor misericordioso do Deus redentor. 

E na miséria do pecador que Jesus vê a possibilidade de salvação. "Deles é o reino de Deus"

Imagem: Trabalhadores da Última Hora por: Rembrandt, no Museu Hermitage, em São Petersburgo, na Rússia. (ver +

Juliano Fabrício
 em uma série #provocações

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