Uma jornalista feminista certa vez disse: 

Para ser feliz com um homem, você deve compreendê-lo muito e amá-lo um pouco. Para ser feliz com uma mulher, você deve amá-la muito e nunca tentar compreendê-la (Rowland, “A guide to man”, 1922). 

Embora fosse uma crítica do casamento, há algo de verdadeiro no conselho de Helen. Deus pede das esposas que se concentrem na submissão que é respeito e sacrifício. E pede aos maridos que, acima de tudo, amem suas esposas (Efésios 5.25-33).

Mas não deveria ser “liderai vossa esposa”, uma vez que Paulo ordenou que as esposas fossem submissas? Não! Com esta ordem fica claro que o correspondente imediato da submissão é o amor e não o domínio. Para ela será mais fácil submeter-se se você a amar como Cristo amou a igreja (v.25). Esse é o caminho do marido para o casamento saudável.

E esse amor é implica em entrega voluntária porque Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela (Ef 5.25b). Foi entregando-se pela Igreja que Ele provou seu amor. Por isso, se você não ama sua esposa como um servo, sua autoridade está esvaziada. Quem defende a autoridade baseada na força — física, emocional, econômica — prova que, na verdade, não tem autoridade nenhuma. O amor do marido implica em sacrifício pela esposa. Implica em esvaziar-se de si mesmo para servir (Fp 2.5-8). Implica em não pensar na própria alegria senão como fruto da alegria dela — e isso requer renúncia. Implica em cuidado e promoção de seu crescimento espiritual — e apenas a sua própria comunhão com Deus e a plenitude do Espírito Santo o conduzirão a uma liderança amorosa.

Esse amor também é gracioso. Cristo se entregou por nós quando ainda “éramos pecadores” (Rm 5.8). Não foi baseado em qualidade ou mérito. Imagine a Cinderela: será que o príncipe se apaixonaria por ela se a tivesse visto na cozinha, maltrapilha, suja, cheirando a gordura e suor? Cristo amou a igreja mesmo suja e maltrapilha. Isso significa que os maridos têm de amar as esposas não apenas apesar dos defeitos que tenham, mas com todos eles. Nós não vamos conseguir viver sempre à altura das expectativas uns dos outros. Como escreveu Susan Hunt no livro “A graça que vem do lar”: Nossos relacionamentos em família não têm a ver com viver à altura das expectativas uns dos outros. Mas aceitar uns aos outros e refletir a graça de Deus uns aos outros, à medida que somos transformados pelo evangelho.

Paulo está ensinando que a vontade de Deus para o casal é sair da cultura da autonomia e competição para o respeito e interdependência (submissão e amor). E qual a implicação para o marido o fato que amar a esposa é um mandamento? Amar a esposa não é uma opção. Deixar de amá-la torna-se desobediência a Deus.

Juliano Fabricio via

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