Quando pensamos que a palavra de DEUS se restringe a uma questão de definir se uma pessoa vai ou não para o céu, isso reduz as boas-novas a um simples tíquete de entrada, uma forma de evitar que penetras arruaceiros entrem na festa.

A vida nunca foi apenas uma questão de “entrar”

Um ressentimento silencioso pode aflorar pela constatação de que as pessoas estão se sacrificando por DEUS, enquanto outras são absolvidas com facilidade. O inferno pode ser um meio de explicar tudo isso: 

“Aquela gente lá fora pode estar indo a festas e parecendo se divertir enquanto nós fazemos a obra de DEUS, mas, no futuro, nós iremos para o céu, onde não teremos que fazer nada, e aquelas pessoas irão para o inferno, onde finalmente vão ter o que merecem.”

Conheço alguns líderes cristãos estressados, que pouco se importam com sua relação conjugal, que deixa os filhos em casa enquanto vão à igreja, que não tiram férias há anos (falo férias de verdade).

Tudo porque, assim como o filho mais velho da parábola do filho prodigo, se enxergam como escravos de DEUS. Eles acham que crêem nas coisas certas e que por isso estão “salvos”, mas essa crença não lhe deu a vida que deveriam ter, e eles se tornaram pessoas amargas.

No fundo, acham que DEUS os deixou na mão. Mas não podem compartilhar isso com ninguém porque eles são os líderes que supostamente tem todas as respostas. E então sofrem calados, conformando-se com essa “boa notícia”

Porem DEUS não é um senhor de escravos.

Essa é pra mim a distância entre a entrada e a alegria que ele não consegue alcançar. Entende agora que só entrar não é tudo.

Por mais teologicamente correto que esses líderes sejam. Eles não conseguem enxergar direito.

Uma visão distorcida de DEUS pode deixar esses caras fora da festa, amargurados por nunca terem recebido um cabrito para compartilhar com os amigos, sem desfrutarem da vida que Jesus ensina que esta aqui mesmo, à nossa volta, o tempo todo.

Jesus foi muito claro ao sinalizar que essa compreensão destrutiva e violenta de DEUS pode facilmente ser institucionalizada na igreja. A religião desse deus se torna um sistema de gerenciamento de pecados. (créditos e débitos, méritos e deméritos)

Porem eles precisam entender que o amor do pai não pode ser comprado e não pode ser pedido.

Lembre-se: “você esta sempre comigo, e tudo o que tenho é seu”.

Enfim...”Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não levando em conta os pecados dos homens”

Queria que esse post fosse uma ficção, porem é uma triste realidade!!!!

Juliano Fabricio
tentando viver 
nesse Matrix

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