Pois, embora vivamos como homens, não lutamos segundo os padrões humanos. As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas. Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo. 2 Coríntios 10:3-5

Quando pensamos na linguagem da mensagem de Jesus, percebemos rapidamente que, para muitas pessoas em nossos dias, misturar um termo político como “reino” com um termo religioso como DEUS soa, digamos, assustador ou até mesmo aterrorizante. Não podemos deixar de pensar nas perigosas misturas político-religiosas, formando verdadeiros coquetéis explosivos como entre as JIHADS e CRUZADAS, COLONIALISMO e TERRORISMO, INQUISIÇÕES e FATWAS – expressos em termos aparentemente contraditórios como guerras santas ou violência redentora.

Estes coquetéis intoxicantes parecem liberar as mais tenebrosas forças humanas internas, de modo que aqueles que são movidos por elas buscam conquistar sob seus próprios termos, exigindo dos outros, submissão, aceitação e guarda de segredo, ou a morte. Sua poderosa e obstinada arrogância é sustentada pela confiança absoluta – incapaz de reflexão isenta e sensata – de que DEUS está a seu lado.

Ao contrario, o REINO que JESUS retrata exerce seu poder não pela violência redentora, cujo alvo não é a conquista nos seus próprios termos, mas antes a paz nos termos de DEUS.

Esta paz – esta SHALOM – significa muito mais do que o fim do conflito, ela evoca uma “vida plena” equilibrada e integrada.

Enfim... Aparentemente significa que o Reino de Deus irá triunfar, não infligindo violência, mas a suportando;

Não fazendo com que outros sofram, mas se dispondo a suportar o sofrimento por causa da justiça;

Não coagindo e humilhando os outros, mas suportando suas humilhações como a dignidade de um nobre. 

A resistência ao sofrimento é tema muito mais comum no ensino de Jesus e dos discípulos do que a maioria de nós tem consciência.

Jesus fez o que parecia ilógico, pegou o instrumento de tortura do império e o transformou no símbolo divino para o repúdio da violência – representando a crença no amor (e não na violência) como a forma mais poderosa do universo.

Queira ou não, esse é o reino de DEUS escancarado nos ensinamentos de Jesus. 

Que tem ouvido para ouvir...
Juliano Fabricio
as vezes relutante mas
desbravando esse reino

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