# em um mundo regido pela Lei, a graça se levanta como um sinal de contradição. 

Queremos justiça; o evangelho nos dá um homem inocente pregado numa cruz, que clama: "Pai, perdoa-lhes".

Queremos respeitabilidade; o evangelho exalta coletores de impostos, pródigos e samaritanos. 

Queremos sucesso; o evangelho inverte os termos, movendo o pobre e o oprimido para o centro das atenções e os ricos e famosos para os bastidores.

# "eu não sei qual é a resposta para o problema do mal", "mas conheço o amor".

O evangelho da graça permeia o mundo não primariamente por intermédio de palavras e argumentos racionais, mas através de atos, através do amor.

# aprendi que seguir a Jesus não significa resolver todos os problemas humanos - o próprio Cristo não tentou fazer isto -, mas, ao contrário, reagir como ele mesmo fez, contra toda a razão para dispensar graça e amor àqueles que menos mereciam.

# necessidade de equilibrar os pratos da balança da justiça.

Ninguém consegue viver à altura do ideal, admitam. Não há quem seja capaz de amar seu próximo como a si mesmo. 

Ninguém pode cumprir a lei de Cristo. Deus não poderia pedir tanto e se satisfazer com tão pouco. Somos feitos para algo que é muito maior que nós.

Só existe uma maneira de todos nós resolvermos a tensão entre os altos ideais do evangelho e a triste realidade de todos nós: aceitar que nunca estaremos à altura, mas que também não temos de estar nesse patamar.

# Deus nos ama não por aquilo que somos ou que fizemos, mas por aquilo que Deus é. 

A graça flui para todos aqueles que a aceitam. Jesus perdoou uma adúltera, um ladrão na cruz, um discípulo que o negou, mesmo conhecendo-o. A graça é absoluta e abrange todas as coisas. Ela se estende inclusive para as pessoas que pregaram Jesus na cruz: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" está entre as últimas palavras que ele disse aqui na terra (Lc 23:34).

# o Sermão da Montanha nos força a reconhecer a grande distância entre Deus e nós, e qualquer tentativa de reduzir essa distância através da diminuição de suas exigências é em vão. Estamos desesperados, e este é, na verdade, o único estado apropriado a um ser humano que deseja conhecer a Deus. Muitas vezes tenho falhado em cumprir esse ideal absoluto.

# Enfim...Nossa única contribuição na salvação, foi o nosso pecado. #SolaGracia!!!

"Coragem, irmão, nós também sofremos". 
Deixo apenas essas pequenas #notas de graça, interpostas no meio do sofrimento. 

Juliano Fabricio
vivendo pela graça®

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