Muitas pessoas, inclusive os adeptos de outras religiões e os que não têm nenhuma, dizem-nos que estão preparadas para aceitar o Sermão do Monte como contendo a verdade auto-evidente. 

Sabem que ele inclui sentenças tais como "Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia", "Amai os vossos inimigos", "Ninguém pode servir a dois senhores", "Não julgueis, para que não sejais julgados" 

"Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles".

Lindo! Aqui, dizem eles, Jesus de Nazaré é o mestre da moral em sua forma melhor e mais simples. Aqui está o âmago de sua mensagem antes de ser incrustada, por seus intérpretes, de adições sem valor. Aqui está o "Jesus original", com ética simples e sem dogmas, um profeta da justiça, sem sofisticação, reivindicando ser nada mais que um mestre humano e nos dizendo que façamos o bem e que nos amemos uns aos outros. 

Já "O Jesus do dogma eu não entendo", disse certa vez um pro­fessor hindu a Stanley Jones, "mas o Jesus do Sermão do Monte e da cruz eu amo e me sinto atraído por ele". Semelhantemente, um mestre islâmico sufi disse-lhe que "quando lia o Sermão do Monte não podia conter as lágrimas".

Padrões opostos são pitorescamente des­critos... e Jesus recomenda

Nossa justiça tem de ser mais profunda porque atinge também o nosso coração, e o nosso amor tem de ser mais amplo porque abrange também nossos inimigos. 

Na piedade devemos evitar a ostentação dos hipócritas e, na oração, a verbosidade dos fariseus. 

Por outro lado, nossas dádivas e nossa oração tem de ser verdadeiras, sem comprometer a nossa integridade cristã. De­vemos escolher para ser nosso tesouro algo que dure por toda a eternidade, que não se desintegre na terra; e por senhor de­vemos escolher a Deus, não o dinheiro e as propriedades.

Portanto, a pergunta principal que se nos impõe, não é "O que fazer com estes ensinamentos?", mas "Quem, afinal de contas, é esse mestre?" Esta foi certamente a reação daqueles que ouviram o Sermão pregado.

[Mais de 2 mil anos se passaram e ainda continuamos atônitos.]

De uma maneira bem contextualizada conforme a imagem acima:

 então vá seu #$%@ ser gentil com os outros

Juliano Fabricio
Relendo o sermão do monte sobre os ombros de John R. W. Stott

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