#Sophia e seus sapatos

Melissa amarela ou verde, tênis All Star ou o roxo, aqui estão. Que indecisão, esse sapato. Porque um tinha até orelhas de gato, o outro uma joaninha – fora um, que tem hora que combina e hora que não, outro com o aperto errado. Poderia ter escolhido qualquer deles, saído de – sei lá – de All Star. 

Mas ia se arrepender no próximo passo, bem em cima da hora. Vai que arrependimento mata? Mata nada. 

Que responsabilidade enorme, a minha, escolher seu caminhar. Posso não, filha, descruza essas pernas, levanta e me dá um abraço, vem cá. Deixa te contar um segredo; uma coisa para não esquecer de lembrar mesmo quando nem pensar. Os teus pés devem te levar, do jeito que você quiser, por onde quer que você vá. Saiu galopante, leve e saltitante. Depois de tanto argumentar, enfim.... usava o amarelo e debaixo dos seus pés, o chão parecia feliz e realizado.

Parabéns, filha. Que mundo lindo você me deu. O mundo de Sophia. Obrigado

#histórias do Zemí:

Diante das histórias que você me conta...

...reação que vem. Fico concentrado, fico emocionado e penso que você começa a compreender as mais complexas formas da gente entender o que está ao nosso redor, como transformar em sentimento e, por fim, como agir diante disso. Fico em silêncio porque não há nada a ser dito. Minha reação é não reagir, esperar que a história continue. Você continua. Você entendeu. 

E em uma dessa histórias mirabolantes, ele entendeu que nem sempre temos teto. Nem sempre temos chão. Mas assim, juntos, onde quer que seja, temos o que fica entre os dois. Entre o teto e o chão estamos nós. E isso já é a nossa casa.

Então uma vez mais insisto... lugar somos nós. Não há espaço territorial que faça sentido se lá não estivermos. Levamos os lugares para fincarmos as raízes do pensar.

Valeu José Miguel pelas suas tantas histórias... (isso acontece geralmente antes de fazermos nossas orações juntos

#pequeno diante da minha Flor

...ando me sentindo pequeno diante de você. Diante dessa sua capacidade gigantesca de aprender. A Sophia e o Zé já haviam me mostrado que isso acontece. Acontece que, depois de dois filhos, a gente (que nunca sabe de nada nessa vida) acha que sabe tudo. Vem você e me surpreende de novo. São palavras, caminhos, olhares, repetições imperfeitas de outras imperfeições (nossas) e, assim, novas palavras, caminhos e olhares (só seus). A chave que você usa para abrir as portas e janelas é um sorriso. O seu jeito de se fazer bem-vinda é abrir os braços para os abraços. A descoberta que você fez (tão cedo, filha) é que o mundo fica melhor quando a gente entrega carinho sem sequer saber o que vai receber. Que começa na gente mesmo – e não na expectativa sobre o outro.

Pausa...

Ando me sentindo pequeno diante de você. Diante dessa sua capacidade gigantesca de ensinar.

Juliano Fabricio
#paidetrês

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